A História se repete. E isso não é segredo para ninguém. É como se houvesse um padrão já pré-estabelecido para as coisas acontecerem e geralmente, a cada período de tempo, tudo volta a acontecer de modo muito similiar, às vezes um pouco pior, às vezes um pouco melhor. Mas as repetições continuam...
A derrota de França sobre Brasil, por exemplo. Novidade? Não. Repetição de 1998. E nesse caso para pior, pois fomos derrotados antes mesmo de chegarmos a final. Outro exemplo de repetição... O povo falando sobre o jogo. É incrível a capacidade das pessoas de se prenderem num único assunto e ficar repetindo isso a vida toda. Ontem, Sábado, era todo mundo falando mal do Parreira, do Ronaldo, do time, porque foi uma merda, porque foi isso, porque foi aquilo. Àguas passadas? Talvez. Mas o orgulho ferido dos brasileiros os impede de seguir em frente e ficamos presos ao passado. Sempre ficamos presos ao passado. E aí começa, logo de manhã, pela 7:30 da manhã, a galera reclamando do Parreira, do Ronaldo, do time, porque foi uma merda, porque foi isso, porque foi aquilo. E o mais impressionante é que todo mundo é muito melhor técnico do que o Parreira. Sim, porque é super fácil comandar um time. Todo mundo sabe fazer isso. E aí os ataques ao pobre homem com nome de pé de uva...
Repetem-se na História também comportamentos de pessoas. As antigas neuroses voltam. Padrões comportamentais também. Porque falar sobre homens em público volta a ser tabu. Querer morrer depois de estar com muito sono, geralmente causado por pequenos goles em bebidas álcoolicas alheias, também volta a passar pela cabeça de outros. Ficar remoendo o passado, imaginando outras possibilidades, também acontece.
A História se repete. E a verdade é que o ser humano gosta de repetições, porque é só assim que sabe lidar com as coisas. Temos medo do desconhecido, aí é mais fácil a gente controlar o que a gente já conhece: as neuroses, as crises, as derrotas, as reclamações. E por mais que se repitam, nunca parecem nos entediar. Bem, talvez as neuroses e crises... E as reclamações. Derrotas a gente supera no próximo jogo do Flamengo ou com alguns copos a mais de chopp.
A derrota de França sobre Brasil, por exemplo. Novidade? Não. Repetição de 1998. E nesse caso para pior, pois fomos derrotados antes mesmo de chegarmos a final. Outro exemplo de repetição... O povo falando sobre o jogo. É incrível a capacidade das pessoas de se prenderem num único assunto e ficar repetindo isso a vida toda. Ontem, Sábado, era todo mundo falando mal do Parreira, do Ronaldo, do time, porque foi uma merda, porque foi isso, porque foi aquilo. Àguas passadas? Talvez. Mas o orgulho ferido dos brasileiros os impede de seguir em frente e ficamos presos ao passado. Sempre ficamos presos ao passado. E aí começa, logo de manhã, pela 7:30 da manhã, a galera reclamando do Parreira, do Ronaldo, do time, porque foi uma merda, porque foi isso, porque foi aquilo. E o mais impressionante é que todo mundo é muito melhor técnico do que o Parreira. Sim, porque é super fácil comandar um time. Todo mundo sabe fazer isso. E aí os ataques ao pobre homem com nome de pé de uva...
Repetem-se na História também comportamentos de pessoas. As antigas neuroses voltam. Padrões comportamentais também. Porque falar sobre homens em público volta a ser tabu. Querer morrer depois de estar com muito sono, geralmente causado por pequenos goles em bebidas álcoolicas alheias, também volta a passar pela cabeça de outros. Ficar remoendo o passado, imaginando outras possibilidades, também acontece.
A História se repete. E a verdade é que o ser humano gosta de repetições, porque é só assim que sabe lidar com as coisas. Temos medo do desconhecido, aí é mais fácil a gente controlar o que a gente já conhece: as neuroses, as crises, as derrotas, as reclamações. E por mais que se repitam, nunca parecem nos entediar. Bem, talvez as neuroses e crises... E as reclamações. Derrotas a gente supera no próximo jogo do Flamengo ou com alguns copos a mais de chopp.
Nenhum comentário:
Postar um comentário