domingo, julho 30, 2006

erros empolgados

Quando dizem que aprendemos com os erros, não necessariamente estão dizendo a verdade. Quer dizer, é até verdade, mas quando se tem a cabeça dura a gente insiste em repetí-los. Por impulso, por amor, por medo, por nada. Os repetimos pra ver se aprendemos mesmo. Tem gente até que, depois de uns bons tombos, aprende, segue em frente pra novos erros e novas lições. Mas acho que aqueles que continuam comentendo os mesmos erros é porque ainda não conseguiram enxergar a lição. E embora eu tenha enxergado, não sei porque fui lá e errei de novo. Acho que alguns erros têm de ser cometidos várias vezes. A lição que tiro disso? Que empolgação nem sempre é algo bom. Mas, ok, a gente passa por cima e segue a vida. Vou errar muito ainda. E me empolgar.

os velhos papéis

Crescer tem muitas desvantagens. Você começa a ter que trabalhar, a ter mais responsabilidades, lidar com relacionamentos que começam, com relacionamentos que acabam, com seguro do carro, auto-escola, contas e mais contas, e até decisões que você realmente não queria fazer. Este último é bem o meu caso. Esse final de semana tive que tomar uma decisão difícil pra mim: escolher lados. Por mais simples que possa parecer, quando o assunto é família a coisa não é tão simples aqui. Envolvido numa situação de bastante pressão (pela situação em si, não pelos tais lados), tive que assinar um papel que me bota, de certa forma, contra minha mãe. O fiz pensando num resultado que, até então, me parecia ser o que menos mal causaria a todos. Acho só que não pensei no mal que causaria a mim. Porque não consigo lidar com isso e está me enlouquecendo. Acho injusto um filho ter de escolher entre pai e mãe numa batalha judicial que lhe foi praticamente imposta, e da qual nenhuma saída seria "gostosinha". Porque ninguém quer prejudicar os pais. Muito menos eu! E tudo tem seus dois lados. Não acho que minha mãe esteja errada em sua posição, mas não acho também que meu pai esteja errado em buscar o que busca -- ainda que concorde que ele devesse ter tentando outra forma.
Se eu escolho um dos lados, faço papel de vilão, do cara que quer ferrar o outro lado pelo simples prazer de fazê-lo. Se fico do outro lado, faço papel de mal caráter, por estar compactuando com algo moralmente errado. Seja qual for o papel, o incômodo é grande. Como o que eu sinto agora. Porque eu queria só fazer o papel de filho e ficar na minha. Que merda. É complicado. E eu fico doido. Acho que não devia nem postar isso aqui. Vai atrair fantasmas.

segunda-feira, julho 24, 2006

a peggy

o dia que a conheci eu pensei "essa é doida. tem cara de doida". preconceito... no final eu fui descobrir que ela era doida mesmo. mas é uma doida estranha. porque apesar de sermos completamente diferentes em quase todos os sentidos que se podem imaginar, a gente tem muito em comum. talvez o fato de termos morado na mesma montanha, em tempos diferentes, e sermos donos de um saber inigualável -- ela sabe mais, porque, afinal, ela esteve na montanha mais recentemente, então as informações já tinham sofrido um upgrade -- faz com que sejamos tão amigos. eu amo essa mulher. amo demais. amo a ponto de quase morrer de saudade. porque eu adoro reclamar da vida pra ela, enquanto ela reclama da vida do outro lado e sempre chegamos a soluções maravilhosas para nossos problemas. sim, pois temos problemas. geralmente relacionados ao coração. e a gente sempre encontra soluções doidas. quando encontramos soluções. porque geralmente eu sou otimista demais, e ela fica me dizendo "mr. glass, você precisa parar com isso. espere sempre o pior". mas eu não consigo... até achei que não íamos nos matar morando juntos. ainda bem que o pessimismo dela nos salvou desse desastre. eu não queria morrer com uma garrafa na goela e um gato comendo minha cara... eu amo essa mulher. sim, ela é doida. mas saudável -- apesar do cigarro e da coca excessivos... e queria ter metade da inteligência dela. acho que preciso ler e me tornar um ricardo (nosso amigo viciado em eisenstein... o próximo cineasta fodão).

peggy, amo você. seja você peggy day ou peggy díaz. e venha o homem que vier, tu vai ser sempre minha peggy, viu? saudade... já.

cliques e tiques

(preciso parar com essa mania de nomear meus posts... odeio dar títulos. só por causa disso vou escrever tudo em minúsculas... grrr! sou rebelde!)


ele apareceu ali na janelinha e disse oi pra mim. um oi como desses que ele sempre diz quando acaba entrando na net. sua fotinho mudou. adoro a foto nova. aliás, adoro todas as suas fotos, porque, confesso, ele é lindo. sei lá. lindo de um jeito diferente. acho que é porque eu sempre gostei de meninos largados, tipo o raimundo da drinkeria odiada. aliás, ele me lembra muito o rai. mas é mais bonito, penso.

a gente ficou conversando aquelas coisas triviais de sempre e acabamos entrando em assuntos mais profundos. nunca vi o tempo passar tão rápido. aliás, nem vi o tempo passar... quando dei por mim já era onze da noite e estávamos ali desde as duas e meia da tarde. domingos fazem isso. aí ele disse que quer ficar comigo. só que ele tá lá e eu tô aqui. só que ele disse que vem. será que vem mesmo?

ele guardou meus desenhos. disse que guarda o que acha fofo e meigo. eu passei a tarde tentando desenhá-lo, e só quando desliguei que consegui. não ficou sem por cento, mas dá pro gasto, eu diria. sei lá. ele é meio inatingível. não espero grandes coisas. mesmo porque já tenho uma grande coisa: sua amizade. o que vier depois disso é lucro. se vier...

já estou virando repetitivo. já escrevi sobre isso antes.
preciso ir trabalhar.

coisa estranha

Todo amor já vem usado. Certamente alguém já sentiu aquilo um dia. Então não procuro um amor original. Procuro o bom e velho amor piegas e batido, porque esse é o que faz meu coração acelerar e eu perder o rumo.

domingo, julho 23, 2006

tuuuuu.... tuuuuu... alô? (celular)

Eu sei que eu sempre cobro de você seriedade, sobriedade. Eu sei que sempre cobro de você que tenha mais pé no chão. E eu sei que você me entende e se esforça. Eu sei. E eu sei que é por mim. E é por você também. Porque a gente divide a alma, como você disse. Sei lá... Eu me sinto meio que um paizão, mais que amigo. Como se você fosse responsabilidade minha. É por isso que eu te cobro. Eu te cobro, mas agradeço de ter você. Tá, eu sou um chato e piegas... Foi com você que eu parei de acreditar em anjos, e passei a acreditar em musas, em inspiração. Se te desabrochei, você me fez crescer. Porque foi por você que eu passei dos meus limites. Que expandi. Que cresci. Que brilhei. E acho lindo o modo como eu brilho nos teus olhos. E acho lindo como você diz que me ama. E eu te amo, guria. Além de qualquer julgamento de ações sem consequências, eu te amo. Porque a gente é inconsequente, mas a gente aguenta depois. Eu também não sou perfeito. Acho que é por isso que damos certo. Somos dois erros ambulantes.

os dois

Eles se beijaram e se despediram pela décima vez enquanto as pessoas esperavam impacientes no carro. Se olhavam estranhos, não querendo realmente se separar. Jonas principalmente. Ele não queria ir. Bruno o beijou novamente, segurando o rosto de Jonas. - Por que você vai me ligar?, perguntou.
- Porque eu quero você; disse Jonas.
Eles se separaram e Jonas foi até o carro parando na porta. Olhou para trás. Bruno abriu seus braços e disse "Tchau". Eles se abraçaram novamente. Bruno segurou o rosto de Jonas mais uma vez e disse: - Já sou eu.
Jonas ficou feliz. Ele acreditou. Ainda que soubesse que tudo poderia ser apenas o efeito do álcool. Bruno falou que ia ligar. Ele ligou uma hora depois.

festas que acontecem durante o dia

Gosto muito dessas festas que acontecem na luz do dia. Primeiro que você consegue ver tudo e todos com mais clareza, mais cor, mais vida. Segundo que eu fico mais bonito -- não entendo, mas eu sou muito mais bonito de dia. E o melhor ainda é quando é a céu aberto. Sem cheiro de cigarro, o dia lindo, o céu lindo lá em cima, e quando vai anoitecendo só estrela... O foda é que somos obrigados a nos deparar com umas coisas que ninguém merece! Como na festa que fui hoje. Era a festa do Refus lá em Niterói. Foi foda! Mas não dava pra não achar ridículo os paga-paus sem camisa. Claro... Festa GLS sempre tem os paga-paus sem camisa. E o pior não era isso. Pior eram os paga-pau que lá pelas tantas tiraram as bermudas e ficaram de sunga... Que coisa mais horrenda!!! Que coisa mais ridícula. Nem que eu estivesse trêbado ou drogado eu ia fazer alguma coisa desse tipo. Haja senso de ridículo, né?

Ainda bem que a festa teve lá suas recompensas. E poder rever o Refus foi ótemo! E conhecer o irmão dele e os amigos foi do cacete. E encontrar minha querida Chriatura foi peeeerfeito!!!

Um bom sábado, cara. Bom sábado!

sábado, julho 22, 2006

estudos científicos com o álcool

Eu sempre fui muito de não gostar de álcool em geral. O sabor não me agrada, e certamente o efeito que causa em mim também não é muito interessante (geralmente, muito sono e irritação). Porém, no último mês, andei fazendo alguns experimentos... Experimentei bloody maries, hi-fis, Long Island iced-tea, pink margaritas, mojitos, margaritas, doses de tequila, chopp, malz-beer, vinho tinto, vinho branco... Todos têm o mesmo efeito, embora alguns outros que venham junto sejam diferenciados. Enquanto o vinho me derruba de cara, tequila me deixa animadaço, seguido de uma leve tonteira. Mojito, por exemplo, me deixa menos inibido e não vem com tonteira ou nada a mais. Os outros quase não têm efeitos além de um mal humor quase incontido e vontade louca de ir pra casa... Então prefiro não beber...

Mas é engraçado notar os efeitos em mim. Porque eu sempre condenei isso nas pessoas e acabei experimentando em mim e notando em MIM o que acontece e é muito doido. Eu totalmente compreendo os que bebem. Tipo ontem... Bebi um pink margarita feito pelo Raimundo lá na Drinkeria Odiada e... uau! A porra subiu dum jeito que... uia! Eu fiquei mais leve. Juro. Sentia meu braço leve como uma pluma e meu corpo flutuar... Esquisito. Só rindo mesmo.... E outro dia eu estava com o Fabio e bebi uma taça de frisante. Credo! Fiquei tonto total, falando merda, com a lingua presa. Esquisito, né?

Enfim... Ainda bem que esse post num é monografia, pq eu to sem conclusão pra botar......

sexta-feira, julho 21, 2006

tchau pro zeca

Ele vai pra Argentina. E eu vou sentir saudade.
Porque eu quase nunca disse... mas eu amo você, Zeca!

Você é um amigo extremamente importante pra minha vida. E ajudou isso tudo a ser muito mais suportável, mesmo que de vez em quando você tivesse insuportáveis momentos. Claro, ninguém é perfeito. Sei que já quis me bater ou me matar de tão pentelho que eu sempre fui. Mas sempre te amei. E você mora dentro do meu coração, meu querido. E pode ir pra longe, pra onde for, daqui você não sai. A amizade aqui é verdadeira.

E eu sei que você volta. E eu vou estar lá no aeroporto com uma plaquinha, com a Peggy ao meu lado, te esperando com uma bela feijoada ou strogonoff de ricota...

Adios, muchacho. Te extrañaré muchíssimo bajito!

o que sempre esteve lá

Achei que o caminho estivesse livre e tentei avançar um pouco. Encontrei algumas pedras, alguns espinhos, mas continuei seguindo. Eu sou teimoso. Olhava para trás buscando a segurança que eu tinha nos teus olhos, no teu toque, mas já não mais te ouvia. Você me berrava que seguisse em frente, que não me prendesse, e eu dizia que já não me prendia, ainda que tivesse meus pés sempre um passo atrás.

Eu tentava te deixar, mas se largava um pé, logo te prendia a mão.

Tentei até fechar os olhos pra fingir que não te via, que não te sentia. E até acreditei. Acreditei até sentir você de novo. E suas mãos não mais me seguravam, mas sim a de um outro. E o outro segurava-se em você, com unhas e dentes, num amor louco, desses de cinema. E você não via mais minha mão, nem eu dependurado por um fio de cabelo, tentando mergulhar e esquecer, mas ainda atado a você num forte nó. E sempre que eu achava que eu ia, o nó apertava e eu voltava pro que eu já conhecia, para aquela segurança de ter meus pés no chão. Eu tinha isso com você.

Até tentei falar com seu novo amor, e ver você com seu novo amor, mas quando abri meus olhos eu vi a tristeza que eu me encontrava, tão feio, esquecido, tão frio. E as vozes diziam "Não insista" e eu continuava te buscando, levando pedras no peito, e a dor de te ver feliz com a mão do outro na tua.

Eu tentei outros sabores, até mesmo de outros estados. Por um momento me enganei e pensei que era o que queria. Novos sabores! E fui a lugares altos, e lugares distantes acreditando na possibilidade de uma nova chama. Mas daí veio o silêncio, a chama se apagou e eu abri os olhos e me vi ali. Doeu, sim. E a nossa refeição a três foi deixada de lado. Porque eu fraquejei. É, às vezes eu sou fraco mesmo.

Aí fechei mais uma vez os olhos... pelo menos pra fingir que não gosto mais de você.

terça-feira, julho 18, 2006

origem

Estava eu aqui pensando comigo mesmo... Sábio o homem que criou a palavra "Morro", em português...
Ele olhou aquele monte de terra com árvore, aquela subida toda, pensou bem, coçou a barba e disse "Se eu subir aí eu morro". Deve ter sido isso....

Cheguei a essa conclusão depois de minha viagem a Pedra do Sino.

piada infame. eu sei. essa foi pra Peggy.


fanTATIco

com uma tecla só

Quem criou o computador fez dele imagem e semelhança da vida. É, acho que dá pra fazer uma analogia utilizando essa afirmação... É como se as pessoas da vida fossem caracteres que a gente pode mudar de lugar o tempo todo. Mas assim como num editor de texto, a gente pode também excluir esses caractéres. Para isso basta apertar uma única tecla... DELETE. E aí você apaga aquele bit, aquele caracter que já não serve mais para o seu texto. E é simples assim para alguns. Claro, tem caractér que como num vírus não sai do computador tão fácil e fica ali te enchendo a paciência. Bons são aqueles que no DELETE desaparecem silenciosamente, sem deixar vestígios. Esses nos poupam trabalho...

segunda-feira, julho 10, 2006

parole, parole, parole...

De vez em quando, por mais brega que ele possa parecer (e eu sei que muita gente vai discordar dessa minha afirmação), Cazuza sabe tocar no fundo da alma das pessoas com suas palavras. Menino danado. Brega, mas danado. Queria saber lidar as palavras como ele pra poder ser menos piegas e saber dizer mais com o menos. Um dia, quem sabe.

sexta-feira, julho 07, 2006

finais e medos

O final do curso chegou. A monografia foi entregue e as notas estão sendo postas na net para quem quiser saber o seu histórico. Eu passei. E finalizei esse curso de dois anos e meio na Gama Filho. E me sinto um vitorioso. Aos vinte e três anos, duas faculdades na cabeça, e pronto pra encarar o mercado de trabalho que, lentamente, vem abrindo suas portas com oportunidades imperdíveis. O Zeca disse que agora eu não posso mais ficar parado. Não vou ficar parado. Agora é minha hora. Vou agarrar essa oportunidade que me apareceu com unhas e dentes e mostrar que eu não sou mais um rostinho bonito que gosta de filme... eu gosto e SEI fazer filmes e trazer um bom resultado final. Eu sou assim, perfeccionista.

Acho que acabou também o meu inferno astral. De repente tudo começa a dar certo. E isso dá medo. Ainda mais quando está indo tudo bem demais. É aquela história da esmola do santo, saca? Mas quer saber? Tô nem aí. Porque eu não vou ficar me preocupando com o depois. Deixa o depois pra depois, como eu disse pro Fabio ontem. Não estou com pressa de nada. Como diria o velho ditado, a pressa é minha inimiga (hihihi... piadinha infame -- só pra descontrair).

Final de semana está aí e viagens estão aparecendo. Sim. Na verdade, uma viagem. Mas eu gosto de fazer igual a Peggy e aumentar um pouco as coisas --- acho que pessoas que vieram da montanha, como nós, e temos conhecimento geral do mundo como um todo, ganhamos com o nosso dom a maldição do aumento... Vamos eu, Pédrinha, Peggy (parece, se o Rodrigo deixar...), Luana e Fabio. Tô feliz de viajar com Fabio. Temos nos dado tão bem. Sei lá... Eu não sei mais bem o que escrever. Tem horas que parece que eu começo a perder o phil da meada e aí phoda... Mas tudo bem, respira, respira....

Vou ver se dou uma dormida agora. Ando muito sonolento esses dias. Com o sono todo desregulado. Vamos ver se com essa viagem eu consigo dormir direito, sem precisar acordar as 8 horas pra ir pro Downtown ou pra qualquer lugar...

Acho que vou ver desenho. É, desenhos relaxam.
Post inútil.

domingo, julho 02, 2006

de novo e de novo

A História se repete. E isso não é segredo para ninguém. É como se houvesse um padrão já pré-estabelecido para as coisas acontecerem e geralmente, a cada período de tempo, tudo volta a acontecer de modo muito similiar, às vezes um pouco pior, às vezes um pouco melhor. Mas as repetições continuam...

A derrota de França sobre Brasil, por exemplo. Novidade? Não. Repetição de 1998. E nesse caso para pior, pois fomos derrotados antes mesmo de chegarmos a final. Outro exemplo de repetição... O povo falando sobre o jogo. É incrível a capacidade das pessoas de se prenderem num único assunto e ficar repetindo isso a vida toda. Ontem, Sábado, era todo mundo falando mal do Parreira, do Ronaldo, do time, porque foi uma merda, porque foi isso, porque foi aquilo. Àguas passadas? Talvez. Mas o orgulho ferido dos brasileiros os impede de seguir em frente e ficamos presos ao passado. Sempre ficamos presos ao passado. E aí começa, logo de manhã, pela 7:30 da manhã, a galera reclamando do Parreira, do Ronaldo, do time, porque foi uma merda, porque foi isso, porque foi aquilo. E o mais impressionante é que todo mundo é muito melhor técnico do que o Parreira. Sim, porque é super fácil comandar um time. Todo mundo sabe fazer isso. E aí os ataques ao pobre homem com nome de pé de uva...

Repetem-se na História também comportamentos de pessoas. As antigas neuroses voltam. Padrões comportamentais também. Porque falar sobre homens em público volta a ser tabu. Querer morrer depois de estar com muito sono, geralmente causado por pequenos goles em bebidas álcoolicas alheias, também volta a passar pela cabeça de outros. Ficar remoendo o passado, imaginando outras possibilidades, também acontece.

A História se repete. E a verdade é que o ser humano gosta de repetições, porque é só assim que sabe lidar com as coisas. Temos medo do desconhecido, aí é mais fácil a gente controlar o que a gente já conhece: as neuroses, as crises, as derrotas, as reclamações. E por mais que se repitam, nunca parecem nos entediar. Bem, talvez as neuroses e crises... E as reclamações. Derrotas a gente supera no próximo jogo do Flamengo ou com alguns copos a mais de chopp.