o nome original era "notas sobre a solidão", mas ninguém leria sobre isso...
Dizem que a gente se acostuma com a saudade, com a distância.
Dizem que solidão é coisa passageira, que quando a gente menos espera, a vida toma um rumo.
Dizem que a gente se acostuma com a saudade, com a distância.
Dizem que solidão é coisa passageira, que quando a gente menos espera, a vida toma um rumo.
Dizem... E quem diz não sabe o que está falando.
Bem, talvez o problema seja eu que não consiga me desprender de certas coisas. Porque teve um tempo que tudo esteve bom demais, fácil demais, confortável demais. Talvez, no fundo, eu ache muito mais fácil me prender a esse tipo de coisa, porque, sei lá, é muito mais fácil a gente viver o que é bom. O foda é se esquecer que isso já foi e que o agora também pode ser bom. Só que tudo isso não depende do meu vizinho, dos meus amigos ou do meu emprego. Nem da minha mãe, ou do meu dinheiro ou de ganhar na loteria. Depende muito de mim. Ou melhor, eu diria que depende só de mim. Porque quem é que vai ficar ali, parado de frente para o mundo, levando as glórias e as pedras por mim? Garanto que as glórias, muita gente se oferece, agora as pedras... Sou eu que tenho que levá-las.
Já divaguei sobre minhas pedras e dessas não quero mais falar.
Pensei quem fazer um breve resumo do meu ano passado -- sim, pois tem um ano e pouco que eu não atualizo esse blog; sequer sei se o lêem ainda. Resumos não me apetecem, não me seduzem. Claro, seria muito mais fácil deixar aqui tudo mais claro para que alguém, perdido aqui na net, encontre essas páginas perdidas e diga "olha, eu sei como é isso" ou "porra, que texto longo", mas não vou fazer assim. Diferente, vou botar apenas algumas coisas sobre as quais certamente escreverei umas poucas linhas... Coisas que encontrei nesse um ano e poucos que se passou. Um pouco de amor, de perda, de ganhos, de conquistas, de sorrisos, de amigos (e desamigos), de contatos e da perda deles. E de solidão.
Não ligue se hoje pareço um tanto "emo" ou deprimido. Não estou (e nem sou). É que é apenas um tópico que me toca, mais que muitos outros. Solidão. Quem não lida com ela, não? Afinal, até mesmo os textos acabam sós. Acabam com um ponto. Um ponto sozinho. Um ponto final.
Já divaguei sobre minhas pedras e dessas não quero mais falar.
Pensei quem fazer um breve resumo do meu ano passado -- sim, pois tem um ano e pouco que eu não atualizo esse blog; sequer sei se o lêem ainda. Resumos não me apetecem, não me seduzem. Claro, seria muito mais fácil deixar aqui tudo mais claro para que alguém, perdido aqui na net, encontre essas páginas perdidas e diga "olha, eu sei como é isso" ou "porra, que texto longo", mas não vou fazer assim. Diferente, vou botar apenas algumas coisas sobre as quais certamente escreverei umas poucas linhas... Coisas que encontrei nesse um ano e poucos que se passou. Um pouco de amor, de perda, de ganhos, de conquistas, de sorrisos, de amigos (e desamigos), de contatos e da perda deles. E de solidão.
Não ligue se hoje pareço um tanto "emo" ou deprimido. Não estou (e nem sou). É que é apenas um tópico que me toca, mais que muitos outros. Solidão. Quem não lida com ela, não? Afinal, até mesmo os textos acabam sós. Acabam com um ponto. Um ponto sozinho. Um ponto final.
Um comentário:
Opa!!!
Wellcome back, baby!!!!
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