É bastante gostoso reavivar velhos vícios. O vício do videogame, da série, de filmes, de ler e escrever. Tudo isso passa a ter muito mais sentido quando você tem companhia. Claro que eu valorizo meus momentos sozinhos e, de vez em quando, eu ainda sento ali na sala sozinho para ver alguma dessas séries que eu já estou super atrasado e preciso me atualizar, ou ainda para jogar uma partida de algum jogo do Wii que eu não consegui ainda zerar. Mas o fato de nos finais de semana você ter companhia pra isso é muito legal. Sim, a gente pode até ser considerado um casal chato para os outros, mas entre nós nos divertimos muito.
Aliás, ontem mesmo eu estava falando sobre isso, quando o levei até sua casa - que é longe pra caralho - depois de termos visto uma peça/show de uma das minhas atrizes. Falávamos sobre o quanto a gente se diverte com bobagem. Pode ser só um joguinho ou mais um episódio de United States of Tara ou Fringe, mas pra gente tá de bom tamanho. Pra que mais? Porque a gente é palhaço, é parceiro e acima de tudo amigos - o mais estranho é que eu tinha medo de que virassemos amigos; coitado dele na Argentina. Eu pirei. Sim, num determinado momento eu pensei que estávamos "bem demais" para sermos namorados. Namorados nunca estão bem demais... Ou pelo menos nunca estavam na mente daquele "eu" acostumado com as coisas do passado. Somos namorados e amigos, sim, por que não? E namorados/amigos/parceiros de tudo e viciados em coisinhas.
De vez em quando a gente fica até quietinho, mas vale tudo. E os vícios voltam. E sabe qual a melhor parte dos vícios - voltando agora ao assunto principal deste post, que de repente se torno uma declaração de amor (?) - é redescobrir os prazeres das séries. Cara, seriado é bom demais! E tem cada um tão fantástico.
Ontem assistimos Modern Family e posso dizer que hoje é o tipo de humor que eu mais gosto. Adoro essa coisa cínica, dissimulada. E os personagens são deliciosamente assim. Adoro cada um deles, só de ver 4 episódios. Personagens cativantes, fora do comum, mas ao mesmo tempo desses que você olha e reconhece um pouco de si ou de um amigo ou de sua própria família. Muito divertido. Eu mesmo rio feito um retardado. E eu adoro a construção dos personagens e do roteiro e toda vez que vejo uma série assim, eu fico tão feliz, porque eu tô muito no caminho certo.
Falando em seriado, eu assisti o its do ano passado. Cara, como eu fazia aquilo eu ainda não sei, mas vou dizer que era até que bem realizadinho. Um dos maiores problemas, eu acho, era o roteiro mesmo. Roteiro com temática e liçõezinhas de moral são um saco, hein? Tinha uns diálogos totalmente inverossímeis, com coisas do tipo:
Gustavo - "Eu queria ficar saradão, assim como vocês".
Fabio - "Pra ficar saradão precisa fazer muito exercício. Exercicio e uma boa alimentação".
Minhoca - "É, mas tem que ir com cuidado pra não se estourar. Fazendo tudo com moderação".
Lipe - "Tem também uns suplementos bem legais. E suplemento não é bomba".
Velho! Velho! Velho! Como é que alguém pode aceitar escrever uma coisa dessas? Ok que era a proposta do programa mesmo, com aquelas intervenções de conteúdo e tudo mais, mas como roteiro não funciona, vai! Credo. Ainda bem que eu melhorei! Ainda bem! E estou bem feliz não só por ter melhorado, mas por estar conseguindo de fato criar personagens bastante tridimensionais, com profundidade e sentimentos e emoções cada vez mais reais. E personagens tão cativantes quanto os de Modern Family - tá, forcei a barra agora.
Acho que falei do its porque pode ser trabalho, mas também é meu vício. Eu realmenete gosto de escrever e dirigir essa série e gosto de ver. E é vício porque quando não tem faz falta, sabe? Aliás, to ansiosíssimo pra gravar essa semana.
Xi! Acho que meu post ficou meio sem sentido. Alguém lê isso, anyway? Acho que não. Então eu deixo aqui pra ser tipo um diariozinho pra eu olhar lá na frente e ver o que eu via e fazia e pensava. É um vício que eu tenho.
Aliás, ontem mesmo eu estava falando sobre isso, quando o levei até sua casa - que é longe pra caralho - depois de termos visto uma peça/show de uma das minhas atrizes. Falávamos sobre o quanto a gente se diverte com bobagem. Pode ser só um joguinho ou mais um episódio de United States of Tara ou Fringe, mas pra gente tá de bom tamanho. Pra que mais? Porque a gente é palhaço, é parceiro e acima de tudo amigos - o mais estranho é que eu tinha medo de que virassemos amigos; coitado dele na Argentina. Eu pirei. Sim, num determinado momento eu pensei que estávamos "bem demais" para sermos namorados. Namorados nunca estão bem demais... Ou pelo menos nunca estavam na mente daquele "eu" acostumado com as coisas do passado. Somos namorados e amigos, sim, por que não? E namorados/amigos/parceiros de tudo e viciados em coisinhas.
De vez em quando a gente fica até quietinho, mas vale tudo. E os vícios voltam. E sabe qual a melhor parte dos vícios - voltando agora ao assunto principal deste post, que de repente se torno uma declaração de amor (?) - é redescobrir os prazeres das séries. Cara, seriado é bom demais! E tem cada um tão fantástico.
Ontem assistimos Modern Family e posso dizer que hoje é o tipo de humor que eu mais gosto. Adoro essa coisa cínica, dissimulada. E os personagens são deliciosamente assim. Adoro cada um deles, só de ver 4 episódios. Personagens cativantes, fora do comum, mas ao mesmo tempo desses que você olha e reconhece um pouco de si ou de um amigo ou de sua própria família. Muito divertido. Eu mesmo rio feito um retardado. E eu adoro a construção dos personagens e do roteiro e toda vez que vejo uma série assim, eu fico tão feliz, porque eu tô muito no caminho certo.
Falando em seriado, eu assisti o its do ano passado. Cara, como eu fazia aquilo eu ainda não sei, mas vou dizer que era até que bem realizadinho. Um dos maiores problemas, eu acho, era o roteiro mesmo. Roteiro com temática e liçõezinhas de moral são um saco, hein? Tinha uns diálogos totalmente inverossímeis, com coisas do tipo:
Gustavo - "Eu queria ficar saradão, assim como vocês".
Fabio - "Pra ficar saradão precisa fazer muito exercício. Exercicio e uma boa alimentação".
Minhoca - "É, mas tem que ir com cuidado pra não se estourar. Fazendo tudo com moderação".
Lipe - "Tem também uns suplementos bem legais. E suplemento não é bomba".
Velho! Velho! Velho! Como é que alguém pode aceitar escrever uma coisa dessas? Ok que era a proposta do programa mesmo, com aquelas intervenções de conteúdo e tudo mais, mas como roteiro não funciona, vai! Credo. Ainda bem que eu melhorei! Ainda bem! E estou bem feliz não só por ter melhorado, mas por estar conseguindo de fato criar personagens bastante tridimensionais, com profundidade e sentimentos e emoções cada vez mais reais. E personagens tão cativantes quanto os de Modern Family - tá, forcei a barra agora.
Acho que falei do its porque pode ser trabalho, mas também é meu vício. Eu realmenete gosto de escrever e dirigir essa série e gosto de ver. E é vício porque quando não tem faz falta, sabe? Aliás, to ansiosíssimo pra gravar essa semana.
Xi! Acho que meu post ficou meio sem sentido. Alguém lê isso, anyway? Acho que não. Então eu deixo aqui pra ser tipo um diariozinho pra eu olhar lá na frente e ver o que eu via e fazia e pensava. É um vício que eu tenho.
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