<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830</id><updated>2011-08-18T09:01:29.039-03:00</updated><category term='vlog pc siqueira felipe neto maspoxavida blog video youtube gordo autoimagem auto estima'/><title type='text'>{outras} horas</title><subtitle type='html'>de vez em quando eu tenho o que dizer... ou eu tento.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>56</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-1838678257212597602</id><published>2011-03-12T10:41:00.002-03:00</published><updated>2011-03-12T12:15:30.764-03:00</updated><title type='text'>sempre as horas...</title><content type='html'>Olha só, que coisa boa. Depois de mais uma porrada de tempo estou aqui de novo.&lt;br /&gt;Eu acho que descobri o porquê de eu quase nunca escrever aqui... É pra ter o que falar. Ou não também. Falta de tempo, atenção e dedicação também podem ser ótimos motivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que eu passei nos últimos meses por uma montanha russa de coisas boas e ruins. O lado bom - que talvez a minha amiga Tati, lá do Rio de Janeiro, chamaria de um otimismo exagerado de minha parte, porque as pessoas tem que ser pessimistas - é que eu tirei só coisas boas disso tudo. Ou pelo menos eu gosto mesmo de pensar assim. Sou muito a favor daquela máxima que diz que a gente pode aproveitar qualquer situação, por pior que elas possam parecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou me estender, até porque a única pessoa que lê meu blog eu nem mesmo conheço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;EM OUTROS TONS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe o que é você ver um amor mudar de cor? Literalmente mudar de cor. O amor continuava ali, vivo, forte, firme, mas estava diferente, mais opaco. O amor estava ali, mas o relacionamento não. Por um tempo eu tentei ao máximo fazer o relacionamento durar, mas não deu muito certo. Mas foi lindo tudo. Enquanto durou, mesmo com as coisas ruins, foi muito bom. Era ótimo estar com alguém que me admirava do jeito que eu sou, que me entendia. Tinhamos lá nossas diferenças, mas meus finais de semana eram tão melhores! Acho também que nós dois não tivemos maturidade para lidar com um relacionamento. Não agora. Eu, e só posso falar por mim, por ter ficado fechado por 4 anos e não me permitir amar e por causa de meus traumas. Acho que traumas são uma grande merda da vida. Ou eu que não tenho bolas o suficiente de me deixar ferir. Não sei. É estranho falar disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;UM NOVO DESAFIO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse ano eu comecei o its Séries de maneira diferente. Ao contrário do que fizemos no ano passado, que funcionava bem até, eu resolvi inovar. Dessa vez, eu escrevi sozinho os 13 roteiros que será a nossa terceira temporada, tudo antes mesmo de começarem as gravações. A ideia era uma produção em menos tempo, com menos atores (no final do ano passado eu tinha 25 atores e 15 tramas diferentes) e com muito mais profundidade. E não é que deu certo? Foi corrido, foi tenso, mas foi um processo delicioso que me ajudou a reforçar a ideia de que quero mesmo isso que eu faço, que ser roteirista é pra mim e que criar esse mundo do its é uma delícia! Além disso, agora temos só atores feras! Um processo seletivo bem mais forte foi feito e conseguimos uma qualidade que até então tinhamos em pequenos pontos, em alguns momentos dentro da série. Maior orgulho ver o primeiro episódio e pensar: "que foda essa galera".&lt;br /&gt;E eles são foda fora das telas também. Descobri ali amizades incríveis e talentos especialíssimos com os quais estou tendo o orgulho de construir uma história.&lt;br /&gt;Esse vai ser nosso ano! Fato!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;UMA NOVA PAIXÃO ANTIGA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Esse ano também estou revivendo uma paixão antiga, que existe desde 2006. Mariana. Meu filme inspirado por e para a minha amiga carioca Luciana Paes. Desde que a conheci, ela foi minha musa inspiradora para esse personagem e gerou um roteiro que eu jamais imaginei que pudesse escrever. E de lá pra cá a coisa só aumentou. Já tentei inumeras vezes fazer esse filme sair do papel, e agora vai. Agora vai porque mais do que nunca encontrei a pessoa perfeita para fazer o papel da perdida e transtornada Mariana: a atriz Giseli Balestreri. Minha admiração pela Giseli se deu logo no teste de elenco dela. Ali eu já sabia que vinha coisa boa. Só melhorou com a nossa aproximação e com a semelhança dela com a Luciana. Parece que escrevi pra elas duas. Não poderia ser maior a sincronia. E agora vai, agora sai.&lt;br /&gt;Hoje ainda escrevi o 6o tratamento de Mariana. O primeiro em 5 anos. Que foi uma mudança significativa, apesar de não muito grande. Detalhes de uma conversa que tive com a Gi que me fizeram borbulhar a mente.&lt;br /&gt;Eu sempre disse e volto a dizer, por mais arriscado que seja: Mariana será o filme que vai me definir como diretor e roteirista. É o filme que eu tenho certeza, as pessoas vão ver e dizer: é isso que você tem que fazer.&lt;br /&gt;Ali tem todo meu amor, dedicação e sentimento. Nunca coloquei tanto coração num roteiro quanto aquele. E olha que eu amo meus roteiros do its e os faço com tanto amor quanto... Mas, bom, Mariana tem 5 anos. Daqui a pouco tá indo pra escolinha se eu não fizer logo! (rs).&lt;br /&gt;Engraçado notar como esse filme tem muito de As Horas. Não sei. Pra mim tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... É isso.&lt;br /&gt;Sei lá.&lt;br /&gt;Falo mais depois.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-1838678257212597602?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/1838678257212597602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=1838678257212597602&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/1838678257212597602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/1838678257212597602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2011/03/sempre-as-horas.html' title='sempre as horas...'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-1783891452226694877</id><published>2010-09-18T09:24:00.003-03:00</published><updated>2010-09-18T09:40:29.580-03:00</updated><title type='text'>tudo vale muito a pena</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Eu acho que eu sinceramente passo como uma pessoa chata e repetitiva quando eu falo do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;its&lt;/span&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;mas é bem impossível não falar do que hoje toma a maior parte da minha vida. E ao contrário do que possa parecer, eu amo isso!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;O que facilita e deixa a coisa ainda maior são as pessoas com quem eu trabalho e a escola que meu programa tem sido. A cada dia eu percebo que ainda tenho milhões de coisas pra aprender e melhorar, mas que dia após dia eu tenho crescido e tocado mais as pessoas com o resultado de meu trabalho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Trabalhar com atores é também a coisa mais deliciosa que existe no mundo. Bom, pelo menos é pra mim. Para quem sempre gostou de lidar com pessoas, ter a oportunidade de liderar pessoas é quase um presente. E não digo isso porque "mando" neles. Eu não "mando" em ninguém. Eu COMANDO. E é aí que está a diferença. A diferença entre MANDAR e COMANDAR está em como as coisas são feitas. Quem MANDA simplesmente ordena que execute, quase que automaticamente, em termos quase industriais. Quem COMANDA tem a noção de que é necessário o outro para que algo seja realizado e que tudo é resultado de um trabalho em equipe - meu trabalho só funciona se o do outro funcionar e consequentemente o dele só vai funcionar se o meu funcionar. E eu acho, sinceramente, que essa é uma das minhas maiores qualidades: saber comandar e respeitar o trabalho do ator.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo antes de trabalhar com TV, e conforme eu fui conhecendo atores ao longo da minha vida, eu fui desenvolvendo um respeito enorme pelo trabalho do ator. E eu acho que é por isso que me apaixono por eles - no sentido "neutro". Me apaixono por atores pelo amor que eles tem em fazer o que estão fazendo. Por ver o quanto aquilo os satisfaz e os faz feliz. Eu sou meio que contaminado por esse sentimento e isso me dá um gás ainda maior para melhorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, quando escrevo meus roteiros, eu escrevo com a mesma paixão porque eu os imagino empolgadíssimos fazendo cada cena de escrevi, por mais curtas que elas possam ser. E isso torna tudo tão mais fácil. Viu? É o que eu disse sobre COMANDAR... Ver que eu melhoro os empolga, ve-los empolgados me faz melhorar e assim vai sendo uma escala muito massa que vai ajudando o todo. E isso é tão animal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero continuar fazendo isso por muito tempo e realizar o sonho de muita gente. Um dia ainda vou ser um grande preparador de atores, diretor e roteirista. Vocês vão ver...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-1783891452226694877?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/1783891452226694877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=1783891452226694877&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/1783891452226694877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/1783891452226694877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2010/09/tudo-vale-muito-pena.html' title='tudo vale muito a pena'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-5362186798809017820</id><published>2010-08-28T08:35:00.002-03:00</published><updated>2010-08-28T08:55:25.796-03:00</updated><title type='text'>umidade avançada</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O titulo deste post tem a ver com um trocadilho ridículo que meu pai fez uma vez quando eu tinha dez anos de idade e não sei porque ficou na minha mente. Um'idade avançada = uma idade avançada. Tosco, sei, mas pertinente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Eu  nunca tive grandes problemas com questão da idade. Acho que nunca parei para pensar em como eu vou estar em alguns anos ou se envelhecer é ruim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Eu nunca pensei até pouco tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Estou prestes a fazer 28 anos - aliás, já é amanhã! - e só agora que eu comecei a me tocar que estou perto dos trinta. Não acho que trinta seja uma idade horrível ou que eu vá parecer o Russo da Xuxa, mas eu comecei a me preocupar com algumas coisas. Principalmente com minha saúde e minha imagem. Porque é agora que as coisas começam a ficar mais difíceis e levemente irreversiveis, não é verdade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Dizem que a imagem que você tem aos trinta é mais ou menos a imagem que vai definir o resto dos seus anos. Espera aí então porque eu não quero ser um velho barrigudo e feio. Sinceramente, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;this doesn't work for me&lt;/span&gt;...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Eu me olho hoje no espelho e tento aquela autoimagem horrível e não consigo nem ficar olhando muito. Barriga sucks big time! Só que eu hoje não olho pra minha barriga e penso "ah, uma barriga" eu penso "puts, velho, tem gordura no meio das minhas vísceras e isso não é muito bom". E está mais do que na hora de tomar uma atitude. Só que eu sempre digo isso. Eu sempre acho que tá mais do que na hora de tomar uma atitude e nunca tomo. Eu vou pra academia. Beleza. Só que em três meses, do nada, meu trabalho começa a ser tããão mais importante e inadiável do que ir pra academia e eu desanimo. Ai todo o trabalho vai pro lixo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Eu devo ter começado academia umas sete vezes na vida. A vez que mais fiquei foi quando durei 1 ano e meio diretaço, sem parar. Acredita? Eu tava super bem. Lindinho, braçudinho, mas a porra da pança tava lá. E ela meio que sempre me perseguiu. Eu cheguei a fazer lipo uma vez e essa puta que pariu tava aqui ainda. Não sei, eu devo ser talvez uma aberração genética em que os cromossomos K e os cromossomos G se juntaram e multiplicaram me dando vááários KGs acima do normal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Badantz... Tzzz!&lt;/span&gt; (som de bateria para piada ruim).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;E o pior é que no mundo gay tudo é maior. 30 anos em gay years é tipo ansião. 90kg em gay kilos é tipo obeso mórbido em fase terminal. Eu sou basicamente um bagaço ambulante então, né? Ainda bem que meu namorado é meio banzo e acredito que tenha uns graus de miopia, senão eu tava ferrado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;Enfim, com a idade chegando eu comecei a me preocupar com essas coisas e agora, de fato, acho que tá mais do que na hora de tomar vergonha na cara e fazer alguma coisa, porque ninguém vai lá na academia pra emagrecer pra mim, né não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos o fato de ser "alguém na vida" eu superei. Eu sou alguém. Isso conta um pouco... &lt;span style="font-style: italic;"&gt;not in gay terms.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-5362186798809017820?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/5362186798809017820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=5362186798809017820&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/5362186798809017820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/5362186798809017820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2010/08/umidade-avancada.html' title='umidade avançada'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-7598400441692201195</id><published>2010-08-26T09:13:00.003-03:00</published><updated>2010-08-26T10:23:02.904-03:00</updated><title type='text'>"I know the book is tough, but I liked it".</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Como eu me divirto escrevendo meu livro! É sério. Um sentimento gostoso de aproximação e de realização toma conta de mim toda vez que eu escrevo uma nova página... digo, a cada parágrafo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Não sei, parece que meus personagens tomam vida em frente a mim e eu me apaixono cada vez mais por eles. E pior é que eu já os conheço. São nomes e cidades diferentes, mas em essência eles são os mesmos. E eu estou me acostumando a escrever em terceira pessoa. É lindo! Poder expressar tudo o que está acontecendo, o que todos estão sentindo e até mesmo deixar um pouco do background de cara personagem é tão satisfatório. Eu adoro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Tô me sentindo um idiotinha, porque eu quero sair do trabalho, correr pra casa, sentar na cama e ficar ali digitando, digitando, digitando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;E sempre cumprindo a minha meta de uma hora por dia. Uma hora é o suficiente. Me deixa animado sem me tirar ou sem me dar sono.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Amo meu processo criativo. E hoje além do livro tem o roteiro do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;its Séries&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; pra escrever. Eu deveria mesmo ser escritor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-7598400441692201195?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/7598400441692201195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=7598400441692201195&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/7598400441692201195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/7598400441692201195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2010/08/i-know-book-is-tough-but-i-liked-it.html' title='&quot;I know the book is tough, but I liked it&quot;.'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-8616486553556324418</id><published>2010-08-23T19:59:00.004-03:00</published><updated>2010-08-24T00:11:32.396-03:00</updated><title type='text'>livros pra quem lê</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;"Oi, como vai você?".&lt;br /&gt;Eu comecei a escrever de novo. Fazia mais de um ano que eu não tocava nos meus textos. E não estou falando dos textos do meu blog, que parecem também ter reavivado, mas do meu livro mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Que livro Phil?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Vou explicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1999 quando eu era apenas um piá de bosta, comecei a escrever histórias sobre um garoto de 15 anos de idade que se descobria homossexual quando estava na melhor fase de seu namoro com uma menina. Ia rolar a primeira vez deles e tudo mais, quando ele só conseguiu se excitar quando imaginou a situação toda acontecendo com um cara que ele tinha conhecido. Esse foi o começo da série "Bent". No começo ela tinha o nome escrotíssimo de "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sexo, Amor, Confusões e Outros&lt;/span&gt;" (S.A.C.O. ¬¬) , que comecei a publicar num site horrível que eu tinha com alguns outros contos meus - contos eróticos envolvendo os membros da boyband Backstreet Boys. Sim, eu era desse tipinho mesmo. Comecei com uma histórinha, depois mais uma, depois outra, quando eu vi, eu estava com mais de 35 mil leitores e mais de 30 contos ou capítulos dessa história muito louca, que envolvia questões como a auto-aceitação, a aceitação dos amigos, dos pais, como se abrir para os outros, o primeiro relacionamento, primera vez, paixão por um cara hétero, entre diversos outros assuntos. A série foi muito divertida de fazer e inclusive me rendeu um relacionamento e várias amizades que mantenho até hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando foi 2003 eu dei início a uma outra que seria a Segunda Temporada dessa primeira, agora com meu personagem principal mais velho, na faculdade, vivendo outros problemas e outras situações. Nesse mesmo ano, mudei o nome da história para &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bent&lt;/span&gt; por conta da música do Matchbox 20, que eu tanto gostava. E pior é que veio a calhar... Além de "torto", &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bent&lt;/span&gt; significa "gay". Acredita?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 2002 eu tinha o projeto de lançar um livro sobre essa série. Primeiro porque eu acho que é uma temática que tem muito a ver comigo mesmo e que eu vi, quando tinha o site, muita gente se identificava. Acho que as pessoas precisam desse tipo de literatura, até para encontrar um certo conforto. Um conforto que eu não tive quando cresci. Eu  me descobri sozinho, devagar, quando me apaixonei por um professor de inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início eu não aceitava isso. Não aceitava a idéia de estar gostando de um homem. E pra mim faltou esse suporte, de saber que eu não era o único. Eu sofria com aquilo. Por mais que fosse óbvio, era dolorido. Sabe aquele lance de pressão da sociedade? É verdade! Ainda mais que eu cresci numa cidadezinha de merda, com só 18 mil habitantes, onde eu sou praticamente uma celebridade por conta dos negócios de meu pai, onde todo os olhos estão em cada movimento meu. Foi foda!Quando me abri para duas amigas e depois para minha mãe, a coisa começou a ficar levemente mais fácil, até a hora que eu comecei a buscar a minha aceitação nos outros. Aí contava pra todo mundo que eu achava que fosse mais ou menos simpático, sempre fazendo um drama, dizendo que eu tinha um "problema" e que eu precisava que eles me aceitassem. Na verdade, era eu quem precisava disso! E eu nunca tive ninguém pra colocar a mão no meu ombro e dizer: ei, você não é o único, isso é normal e tudo vai se encaixar eventualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver que meus textos estavam dando este tipo de apoio a outros jovens como eu, me fez um bem incrível. E é isso que eu quero com meu livro. Quero que a história do meu menino seja um consolo e um apoio para todos esses que estão ali se descobrindo, ou experimentando, vai saber? E é muito gostoso estar fazendo isso de novo depois de muito tempo. Organizar esses contos em forma de livro está sendo um exercício delicioso, lento e prazeroso que eu to tentando. E graças, especialmente, a um amigo meu que pega tanto no meu pé! Mesmo eu tendo planos disso a tanto tempo, o Lucas me enche a paciência e é capaz de eu fazer ainda uma dedicatória pra ela. Por mais pentelho que ele seja, eu sei que o faz pelo valor do que eu escrevi. Porque realmente é uma coisa legal de se ler. Personagens cativantes, histórias interessantes, uma mensagem marcante... Acho que pode ser uma coisa legal. O mais difícil é fugir do que ue já tinha feito, com a trama se passando nos Estados Unidos, com nomes todos americanos. Que que eu posso fazer? Eu era um piá de bosta, não era? Pra mim tudo que vinha de fora era lindo. E acho que fiz a história lá sob a idéia de que lá nos States a aceitação da homossexualidade fosse mais fácil. Nem sei se é, mas eu achava que sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, tem coisa vindo por aí. Não vou fazer promessas, porque eu nunca sou muito bom com elas. Mas tudo bem. Eu vou tentar. E quando sair, eu juro que mostro pra quem quiser ver.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-8616486553556324418?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/8616486553556324418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=8616486553556324418&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/8616486553556324418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/8616486553556324418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2010/08/livros-pra-quem-le.html' title='livros pra quem lê'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-5360728322804760217</id><published>2010-08-23T19:47:00.003-03:00</published><updated>2010-08-23T20:20:08.763-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vlog pc siqueira felipe neto maspoxavida blog video youtube gordo autoimagem auto estima'/><title type='text'>vloggers</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Virou mania se tornar um Vlogger.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Hoje qualquer um pega sua webcam, grava qualquer bobagem e lança no Youtube esperando que alguém veja e os ache feliz. Alguns são bem oportunistas mesmo - e iludidos - achando que vão ser "descobertos" por alguém, só porque já aconteceu com uns e outros. Também a fórmula é bem simples: basta você gravar um vídeo falando mal de alguém, colocar um corte a cada uma ou duas palavras que você disser, de vez em quando botar um vídeo em preto e branco de você falando cm você mesmo mas com uma cara ou voz diferente, talvez usando um par de óculos, e pronto. Não precisa nem cozinhar e em cinco minutos  - tirando o tempo de uplado e reconhecimento do seu vídeo no Youtube - você é um babaca instantâneo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Só que todo mundo acha que é só isso e pronto, sucesso garantido. Não é bem assim. As pessoas além de simplesmente sair falando qualquer coisinha, tem que ter alguns pre-requisitos. Ser bonito é uma delas. Ser articulado é outra. E ser carismático é ainda outra maior. Por que você acha que o PC e o Felipe Neto fazem tanto sucesso? São bonitos, são inteligentes e carismáticos. Não importa se você não gosta deles, é só olhar: você vai ver que tem alguma coisa ali que te chama atenção. Pode ser o olho torto do PC, a Lola, ou os palavrões (boring!) do Felipe Neto. Tem alguma coisa que chama atenção. E essa alguma coisa chama-se Carisma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Portanto, não pense em ser um Novo Vlogger - versão virtual pobre de Novo Rico. A MTV não vai na sua casa pedir pra você gravar um vídeo pra ela e não é porque você tá falando mal do Fiuk que você vai pro VMB. Não. Saiba o que está falando e sobretudo use fontes sólidas, pesquise. Ou pelo menos vai ser bonito e seja carismático pra ser um babaca vloggeiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas confesso que eu mesmo já pensei em ser um desses babacas. Não porque eu queira ser famoso, vamos combinar. Mas porque é um pouco mais fácil falar essas aleatoriedades todas que eu falo por aqui em voz e não em texto. É mais prático pelo menos. Só que eu acho que eu ia virar uma espécie de PC Siqueira que fala mil coisas quase sem sentido ou conexão. Só não sei se tão "fofo" ou tão divertido. Se bem que eu sei ser um pouco divertido. O problema é lidar com minha imagem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É, eu tenho certo problema com auto-imagem. Ao mesmo tempo que eu acho que eu sou um cara não-feio, eu não acho que ue seja material para vídeo. O vídeo não gosta de mim. Tanto que quando eu faço claquete para o meu programa &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;its Séries&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;eu fico traumatizado antes mesmo de ver o resultado porque eu sei que vou ver o gordinho feliz ali falando&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; "cena tal, plano tal, take tal".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Pra você ter uma idéia da gravidade, eu não consigo, por exemplo, gravar em lugares que tenham espelhos. Eu me sinto um Ogro, na real. Me tira a concentração, eu começo a ficar inquieto, porque ter que ver aquele cara do espelho me olhando não é muito legal. Se não consigo ficar a vontade nem com meu namorado me olhando, imagina com um não-feio esquisitinho de cabeça grande e fazendo as mesmas coisas que eu? Nem comer eu consigo em lugares com espelho. Se bem que não consigo também em lugares que tenham uma TV, mas por motivos diferentes. Comer com TV é muito mais fácil. E isso não tem nada a ver com Vloggers. Ou até tem. Eu não conseguiria ser um porque teria que me editar e isso significa me ver e isso significa mil coisas que só Freud explicaria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-5360728322804760217?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/5360728322804760217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=5360728322804760217&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/5360728322804760217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/5360728322804760217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2010/08/vloggers.html' title='vloggers'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-4534162790973078362</id><published>2010-08-23T19:38:00.004-03:00</published><updated>2010-08-24T00:11:20.413-03:00</updated><title type='text'>doces...</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Doce é foda. Diria até que é um mal. Mas é um mal necessário, tipo Internet, celular e sexo - p.s.: sexo não é um mal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tava eu aqui jantando, comendo alguma coisa dessas superdivertidas tipo pão com queijo e requeijão no meu George Formann Grill, e depois um filé de alguma coisa que tava na geladeira, quando eu percebi uma coisa: não tinha doce. E quando não tem doce na geladeira, não tem doce no mundo, parece. Você procura pra cima e pra baixo e é sempre frustrante porque a primeira coisa que você acha é Nescau ou Toddy. Até pensei em colocar uma colher de Toddy na boca, que de fato ajuda, mas deu preguiça. Aí eu vi ali um potinho de Capuccino desses instantâneos. Geralmente Capuccinos matam minha vontade de doce. Bom, mas acho que tem que ser com leite, porque seguir aquela porra de "modo de preparo" que diz que tem que ser com água não funcionou nada. Eu saboreei uma água com gostinho de Capuccino instantâneo bem distante. Até Sucrilhos essa hora ajuda mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E eu fico meio pirando, sabe? Porque se torna quase uma necessidade. Nem suco, nem Coca, nem nada ajuda. Tem que ser doce. Eu vi até um pouco de leite condensado, mas leite condensado não é doce... Leite condensado é matéria prima para doce, o que implica em fazer o doce, o que implica em misturar coisas e sujar louça que eu vou ter que limpar, o que implica em... Ah, melhor ficar sem doce.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Aí a minha mãe disse "ainda tem bombom do meu aniversário". Sério, minha mãe é ninja. Ela tinha bombom de 20 dias atrás guardado no quarto dela. Eu ganhei 4 Kit Kats do meu irmão e comi tudo no mesmo dia... Tenho inveja de quem consegue.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Enfim, comi o tal do bombom. Não fez nem fum, nem fá. E aí? O que eu faço? Fico aqui salivando, porque no fundo no fundo, por mais que eu queira doce agora, eu meio que não posso porque isso me qualifica como um gordo. E gordos não tem direito de comer mais doces.&lt;br /&gt;Doce é foda.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-4534162790973078362?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/4534162790973078362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=4534162790973078362&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/4534162790973078362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/4534162790973078362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2010/08/doces.html' title='doces...'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-8427938564029576033</id><published>2010-08-23T11:42:00.003-03:00</published><updated>2010-08-24T00:11:13.060-03:00</updated><title type='text'>adolescências...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O legal de se trabalhar com e para adolescentes é que você sempre tem surpresas. Por mais que eles sejam inacreditavelemente iguais, ainda assim conseguem surpreender.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Adolescentes podem ser muito divertidos. E eu gosto porque me vejo muito neles. É tudo sempre muito rápido, muito mutável, muito inconstante, muito apaixonado em todos os sentidos e isso é que é muito legal. Porque aí você chama a pessoa para fazer o seu programa e ela se apaixona por aquilo e logo se torna a vida dela e ela só pensa naquilo e não quer fazer outra coisa e quer se enturmar e tirar fotos e ser popular e ler roteiro e criar e ... Eles não param!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Desde que comecei a dirigir o&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt; its Séries&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; passei a andar muito com os adolescentes, mesmo porque pra mim funciona como laboratório na hora de escrever roteiros na busca de um realismo maior. E andar com eles significa pegar um pouco de suas adolescências. Lembro-me de alguns episódios em que tive que me policiar porque eu tinha regredido emocionalmente. Verdade! Eu estava, por exemplo, me "apaixonando" simplesmente pela idéia de uma pessoa. E não que fosse paixão de fato, mas dava todos aqueles sentimentos esquisitos de frio na barriga, ansiedade, mão suando e ficar escrevendo musiquinhas chubirubs sobre a pessoa e tudo mais... Medo!? E comecei até a me comportar um pouco adolescente, com aqueles sonhos intensos e incríveis e muita angústia. Sim, eu estava angustiado de simplesmente viver o que vivo hoje, na busca incansável por mudanças. Sério. E isso assusta. Mas é fascinante. É fascinante porque hoje eu entendo muito os adolescentes e quando eu escrevo me sinto ali, em cada personagem e tento passar essas emoções todas nas falas e situações. Claro que os atores são fundamentais e, aliás, sem eles eu não viveria metade disso e não saberia nada desse mundo, ficando pra trás na minha adolescência que, acredite, foi muito diferente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Uma coisa que me deixa bobo com os jovens de hoje é como a Internet não é mais um acessório para eles, mas sim uma extensão de suas vidas. Eles, de fato, vivem o Orkut, o Facebook, o Twitter. Não são coisas externas que fazem parte de suas vidas, eles são suas vidas. Estar ali atualizando fatos e fotos, não é divertido, é necessário. E aí eles buscam, dessa forma, se expor cada vez mais, porque eles acreditam que é a imagem deles seu maior atributo. Sim, vivendo de Internet eles acabam vivendo num mundo extremamente imagético onde o bonito é o que se destaca, e o que se destaca vence no final. Não porque exista uma guerra, mas porque eles criam essa miniguerra particular sozinhos! E lutam contra si mesmos. E aí fica aquela coisa superficial e quase sem limites, chegando no ponto dessas menininhas sem cabeça ficarem mostrando os peitos na Twitcam a troco de visualizações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não vou culpar todos os adolescentes ou colocá-los no mesmo saco. Mesmo porque os meus, por exemplo, não são assim. Tive sorte de até hoje ter sempre gente pé no chão, cabeça feita, no meu elenco. Nem sempre, mas quase sempre. Tivemos um ou outro caso de desmiolamento, mas já foi sanado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Hoje se eu não estivesse no &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;its&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;, acho que estaria ainda trabalhando com esse público. Porque eles me fazem bem, apesar dessas loucuras todas. Eles deixam vivo em mim o espírito que eu mais gosto, o meu lado infantilzão, brincalhão e divertido. Se eu fosse levar a sério cada coisinha da minha vida, eu acho que já teria enfartado. Aí busco força neles e nesse lado. O lado que me faz cantar no carro imaginando que estou cantando pra um público, que me faz continuar sonhando bobagens e escrevendo músicas e me divertindo com gente dez anos mais nova que eu... Enfim, essas adolescências saudáveis que fazem da gente feliz. Só espero não ficar mostrando o pinto na webcam... pelo menos não por Twitter.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-8427938564029576033?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/8427938564029576033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=8427938564029576033&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/8427938564029576033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/8427938564029576033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2010/08/adolescencias.html' title='adolescências...'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-3212555213978667274</id><published>2010-08-23T10:57:00.005-03:00</published><updated>2010-08-24T00:11:05.748-03:00</updated><title type='text'>velhos vícios</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É bastante gostoso reavivar velhos vícios. O vício do videogame, da série, de filmes, de ler e escrever. Tudo isso passa a ter muito mais sentido quando você tem companhia. Claro que eu valorizo meus momentos sozinhos e, de vez em quando, eu ainda sento ali na sala sozinho para ver alguma dessas séries que eu já estou super atrasado e preciso me atualizar, ou ainda para jogar uma partida de algum jogo do Wii que eu não consegui ainda zerar. Mas o fato de nos finais de semana você ter companhia pra isso é muito legal. Sim, a gente pode até ser considerado um casal chato para os outros, mas entre nós nos divertimos muito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Aliás, ontem mesmo eu estava falando sobre isso, quando o levei até sua casa - que é longe pra caralho - depois de termos visto uma peça/show de uma das minhas atrizes. Falávamos sobre o quanto a gente se diverte com bobagem. Pode ser só um joguinho ou mais um episódio de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;United States of Tara&lt;/span&gt; ou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fringe&lt;/span&gt;, mas pra gente tá de bom tamanho. Pra que mais? Porque a gente é palhaço, é parceiro e acima de tudo amigos - o mais estranho é que eu tinha medo de que virassemos amigos; coitado dele na Argentina. Eu pirei. Sim, num determinado momento eu pensei que estávamos "bem demais" para sermos namorados. Namorados nunca estão bem demais... Ou pelo menos nunca estavam na mente daquele "eu" acostumado com as coisas do passado. Somos namorados e amigos, sim, por que não? E namorados/amigos/parceiros de tudo e viciados em coisinhas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;De vez em quando a gente fica até quietinho, mas vale tudo. E os vícios voltam.  E sabe qual a melhor parte dos vícios - voltando agora ao assunto principal deste post, que de repente se torno uma declaração de amor (?) - é redescobrir os prazeres das séries. Cara, seriado é bom demais! E tem cada um tão fantástico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Ontem assistimos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Modern Family&lt;/span&gt; e posso dizer que hoje é o tipo de humor que eu mais gosto. Adoro essa coisa cínica, dissimulada. E os personagens são deliciosamente assim. Adoro cada um deles, só de ver 4 episódios. Personagens cativantes, fora do comum, mas ao mesmo tempo desses que você olha e reconhece um pouco de si ou de um amigo ou de sua própria família. Muito divertido. Eu mesmo rio feito um retardado. E eu adoro a construção dos personagens e do roteiro e toda vez que vejo uma série assim, eu fico tão feliz, porque eu tô muito no caminho certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em seriado, eu assisti o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;its&lt;/span&gt; do ano passado. Cara, como eu fazia aquilo eu ainda não sei, mas vou dizer que era até que bem realizadinho. Um dos maiores problemas, eu acho, era o roteiro mesmo. Roteiro com temática e liçõezinhas de moral são um saco, hein? Tinha uns diálogos totalmente inverossímeis, com coisas do tipo:&lt;br /&gt;Gustavo - "Eu queria ficar saradão, assim como vocês".&lt;br /&gt;Fabio - "Pra ficar saradão precisa fazer muito exercício. Exercicio e uma boa alimentação".&lt;br /&gt;Minhoca - "É, mas tem que ir com cuidado pra não se estourar. Fazendo tudo com moderação".&lt;br /&gt;Lipe - "Tem também uns suplementos bem legais. E suplemento não é bomba".&lt;br /&gt;Velho! Velho! Velho! Como é que alguém pode aceitar escrever uma coisa dessas? Ok que era a proposta do programa mesmo, com aquelas intervenções de conteúdo e tudo mais, mas como roteiro não funciona, vai! Credo. Ainda bem que eu melhorei! Ainda bem! E estou bem feliz não só por ter melhorado, mas por estar conseguindo de fato criar personagens bastante tridimensionais, com profundidade e sentimentos e emoções cada vez mais reais. E personagens tão cativantes quanto os de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Modern Family &lt;/span&gt;- tá, forcei a barra agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que falei do its porque pode ser trabalho, mas também é meu vício. Eu realmenete gosto de escrever e dirigir essa série e gosto de  ver. E é vício porque quando não tem faz falta, sabe? Aliás, to ansiosíssimo pra gravar essa semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Xi! Acho que meu post ficou meio sem sentido. Alguém lê isso, anyway? Acho que não. Então eu deixo aqui pra ser tipo um diariozinho pra eu olhar lá na frente e ver o que eu via e fazia e pensava. É um vício que eu tenho.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-3212555213978667274?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/3212555213978667274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=3212555213978667274&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/3212555213978667274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/3212555213978667274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2010/08/velhos-vicios.html' title='velhos vícios'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-693327092824053095</id><published>2010-08-21T11:18:00.008-03:00</published><updated>2010-08-23T10:53:45.873-03:00</updated><title type='text'>mais uma vez, um ano...</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify; font-family: verdana;font-family:trebuchet ms;"&gt;Pela, sei lá, segunda ou terceira vez, já faz um ano que eu não escrevo nada no blog. Não porque eu não tenha o que dizer - eu até tenho - mas acho que porque eu esqueço mesmo que esse negócio existe e só me lembro que bate uma mini-inveja da boa vendo blogs de amigos... Neste outro ano que se passou muita coisa mudou de novo. E eu que achava que minha vida estava monótona. Vieram novos amigos, tive uma mudança significativa em meu trabalho e finalmente uma mudança profunda na minha vida pessoal.    Sim, para quem escrevia sobre nunca mais sentir nada e ter entrado  numa frieza que não sabia de onde vinha, eu até que estou bem. Hoje eu namoro. É, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;eu &lt;/span&gt;namoro. Depois de quatro anos fechado, permiti que alguém entrasse. Depois de quatro anos, me permiti tentar. E vou dizer... Não é tão fácil quanto a gente pensa não. Mas é tão bom quanto eu lembrava. Ter uma pessoa em quem pensar, a quem se dedicar, com quem dividir momentos é tão bom! E eu achei uma com quem eu posso dividir até os momentos mais monótonos sem ficar me preocupando se ele vai estar entediado. Porque até nisso a gente combina. A gente divide momentos grandes, como uma viagem para o exterior, e até momentos pequenos como ficar em casa vendo um seriado novo ou jogando videogame com amigos. E isso pra mim é um grande passo: abrir a minha vida pessoal totalmente para uma outra pessoa. Sim! Dividir amigos, momentos, diversões, risos. Isso sim é diferente. Isso sim eu sentia falta. E eu juro que agora estou sem medo. Porque ele me deixa assim, mais seguro, mais tranquilo. Se fosse há alguns meses atrás certamente eu já teria arranjado milhões de novas desculpinhas esfarrapadas para evitar sentir, evitar tentar, evitar ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu fiz isso. Logo no começo, eu fazia isso direto. A Tatu que sabe o quanto. E acho que a Isa também. Acho que toda semana eu tentava achar alguma coisa de errado e elas sempre com as mesmas palavras, mesmo não se conhecendo: "se permita!". E devagarinho fui me permitindo.    Doeu, viu? Doeu sim. Porque é muito mais cômodo você ficar fechado, trancado numa conchinha de proteção, se preocupando só com suas manias, suas chatices e a sua companhia,  do que botar o coração no mundo e se expor. Porque quando a gente se expoe, vai tudo: o bom e o ruim; e eu tenho uma mania superchata de tentar ser super, de não errar, de não ter defeitos. Virginiano. Tinha que ser virginiano! E até eu chegar a conclusão de que eu erro, eu tenho defeitos, eu não sou super e de ver que ele também tem seus erros, suas manias, seus defeitinhos e não é um super homem, várias minicrises internas, várias batalhas entre razão e emoção, várias minidesculpas esfarrapadas como as de antes passaram pela minha mente psicótica.     Demorou. Demorou mas acho que deu certo. Porque eu descobri uma coisa que pode parecer óbvia para os outros, mas certamente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;eu&lt;/span&gt; custei a entender: quem foi que disse que você &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;tem&lt;/span&gt; que separar razão de emoção? Quem foi que disse que eu não posso&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; sentir&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pensar&lt;/span&gt; ao mesmo tempo? Quem foi que disse que eu não posso ser &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;apaixonado&lt;/span&gt; pelo meu trabalho, mas &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;comprometido&lt;/span&gt; com uma pessoa de carne e osso?    O mais engraçado foi ver que todos os meus medos não estavam só em mim. Do lado de lá tinha também. Claro que ele nunca falou. Mas precisava?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando você passa quatro anos convivendo com seus próprios medos, angústias e anseios você passa a enxergar as pessoas com um olhar um pouco mais distanciado e começa a notar essas coisas nelas também. E aí você percebe o quanto é ruim se fechar, não se permitir. Porque pode ser uma proteção ótima contra coisas ruins, mas é uma proteção ainda mais forte contra as coisas boas! E ninguém quer se proteger de coisas boas!    E, tipo, a gente se dá bem, sabe? Até no silêncio a gente se dá bem. Várias vezes a gente não fala nada, mas não fica aquele silêncio constragedor. Às vezes a gente não fala nada porque só a companhia um do outro basta. Pra que falar? Pra que explicar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então hoje eu sinto. Hoje eu me permito. Eu não falo, mesmo porque tem coisas que eu não acho mais que tenham que ser ditas. Até porque eu tava pensando ontem e eu lembrei de uma coisa... Eu acho que eu tenho mania de dizer &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu te amo&lt;/span&gt; com tempo marcado. E eu disse &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu te amo&lt;/span&gt; pra ele com o mesmo tempo que eu já disse pra outras pessoas que, hoje, eu sei muito bem que não amava. Mas a pior parte não foi nem ter dito &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu te amo,&lt;/span&gt; mas ter agido mais ou menos como a Rachel agiu com o Ross - do seriado Friends - quando ela disse a mesma coisa. Eu praticamente ri. Eu ri porque era ridículo. Eu ri porque eu não amava. Eu ri porque eu, uma pessoa que se julga tão racional e experiente, me vi repetindo o mesmo comportamento que já fiz e confundindo um momento de felicidade gostosa com amor. Aquilo não era amor. Aquilo era felicidade, eu acho. Ou alegria. Ou um desses sentimentos tolinhos que nos fazem confundir as coisas. E eu pra confundir coisas é só estalar os dedos - &lt;span style="font-style: italic;"&gt;virginiano, hello!&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:78%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;{Haha. Vou rir de mim mesmo. Que foi que eu disse sobre não pensar? Que eu não pensava. E estou eu aqui descrevendo o processo de amar... O que não falam os apaixonados, né?}&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns posts abaixo eu falei sobre ser feliz, o que seria a felicidade e quando a gente sabe que/se está/é feliz. Falei sobre felicidade ser um estado de espírito, sobre não saber se uma pessoa é feliz ou está feliz e sobre deixar sua felicidade depender de um outro. Bom, não acho que a minha felicidade dependa de um outro, mas hoje eu tenho a resposta aquela pergunta: Eu sou, sim, uma pessoa feliz. Eu sou feliz porque eu tenho ao meu redor somente pessoas muito especiais, pessoas de boa índole, de caráter e pessoas que conseguem me ver por trás de tudo isso que eu acho que são meus piores defeitos e ainda assim me amar. Seja namorado, seja amigo ou até mesmo colegas de trabalho, eu sei que eu os cativei de uma maneira especial e isso me faz feliz. Me faz feliz saber que eu faço sim diferença para as pessoas. E não é pra qualquer um. Eu faço diferença na vida de pessoas que eu amo também. E quer mais que isso? E as pessoas que pra mim representam coisas ruins, eu simplesmente corto de minha vida. Porque eu não preciso disso. Hoje eu sei que eu não preciso me forçar a ter amizades ou me forçar em me enturmar, porque isso é natural de mim. Eu tenho esse esqueminha aqui dentro que acaba fazendo amizades ótimas em pouco tempo. Mais feliz que isso não dá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também já falei sobre fazer uma diferença no mundo. Desculpa, mas eu faço. Eu faço diferença com o jeito que eu sou, com o trabalho que eu realizo. Porque hoje meu seriado - aquele que falei há algum tempo atrás - está muito bem. E saber que tem gente que vê, acompanha e, principalmente, admira aquilo me faz muito bem. Porque eu sei que evolui como profissional. E esse era um dos meus maiores medos: de ser medíocre. Não estou dizendo que não tenho o que melhorar - claro que tenho! - mas acho que isso está acontecendo do jeito que eu sempre quis... Lentamente. Eu não preciso ir ao topo de foguete. Vou de escadinha mesmo porque quando chegar eu vou ter a consciência de todos os degraus pelos que eu precisei passar e passos que eu preciei dar pra chegar até lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez passou um ano que eu não escrevo nesse blog. Um ano. E quem diria que as coisas estariam como estão? Né?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-693327092824053095?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/693327092824053095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=693327092824053095&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/693327092824053095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/693327092824053095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2010/08/mais-uma-vez-um-ano.html' title='mais uma vez, um ano...'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-6411690912555047166</id><published>2009-05-29T16:35:00.004-03:00</published><updated>2010-08-24T00:10:56.794-03:00</updated><title type='text'>imune</title><content type='html'>Tá... Eu acho que já falei sobre isso, mas eu não ligo e quero falar de novo porque eu li o blog da Tati e me deu saudade. E aí eu tô me perguntando se eu estou/sou imune a certos tipos de saudade. E o pior é saber que sim, estou/sou.&lt;br /&gt;Eu acho que sinto saudade de amigos, de estilos, de beijos, olhares, de coisas que foram. Eu só não sinto falta do que sempre é. Acho que é por isso que eu não sinto muita falta de família. Não sinto falta do meu pai ou de tios e avós. Tenho até uma quase certeza de que eu não sentiria falta da minha mãe se eu viajasse, por mais que a ame e a ache fundamental em determinados momentos.&lt;br /&gt;Eu não sei se isso eu encaro como uma frieza ou uma espécie de inércia inevitável de uma pessoa que se preocupa demais consigo própria (ou próprio). Ou se é normal também. Nunca parei pra perguntar pros outros sobre isso.&lt;br /&gt;Uma vez postei aqui no blog dizendo que eu era um cara saudozista, falei de amores que nunca morrem, etc. Talvez eu seja saudozista mesmo com essas coisas que eu tenho medo de que jamais voltarão a ser. Eu fico imaginando meus amigos do Rio e lembrando da nossa amizade e eu tenho medo dessa convicção de que a gente não vai mais se ver se eu não fizer alguma coisa. É esquisito isso. Estar ligado a alguém por um vínculo puramente emocional e que, com uma palavra, por mais que não nos vejamos, eu poderia magoá-los.&lt;br /&gt;Nossa. Tô viajando já.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-6411690912555047166?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/6411690912555047166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=6411690912555047166&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/6411690912555047166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/6411690912555047166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2009/05/imune.html' title='imune'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-7574063016622002872</id><published>2009-05-29T15:03:00.002-03:00</published><updated>2009-05-29T15:10:56.487-03:00</updated><title type='text'>mais um ano...</title><content type='html'>Engraçado como eu não me dedico a blogs. Faz mais de um ano. Bem mais de um ano que eu não escrevo uma palavra se quer. E o mais louco e olhar os meus últimos posts e ver o quanto eu me dedicava escrevendo aqui. Estranho né?&lt;br /&gt;Mais uma vez muita coisa mudou. Mudou bastante. Talvez seja egoísta escrever sobre as melhoras na sua vida, mas se blogs não são coisa de gente egoísta, não sei mais ou que pode ser.&lt;br /&gt;Há um ano eu era editor. Trabalhava em dois lugares, fazendo a mesma coisa. Em um eu achava que ia crescer, virar alguém, ser foda. No outro eu sempre soube que não me levaria a lugar nenhum. Há um ano eu estava sozinho, com poucos amigos, ainda me conhecendo. Há um ano eu era o Phil.&lt;br /&gt;Hoje sou diretor. Trabalho num lugar que adoro, com gente que gosto, fazendo o que gosto. Tenho o orgulho de levar todo Sábado um seriado para a televisão. Toda semana conto uma história, passo informação e faço minha marca no mundo - ainda que seja num mundo pequeno, mas eu faço. Adoro o fato de tocar as pessoas. Adoro o fato de saber que o que eu digo e penso faz a diferença na vida dos outros. E isso é do caralho!&lt;br /&gt;Hoje eu não estou mais sozinho. Estou solteiro, mas não sou sozinho. E tenho mais amigos. Amigos especiais. Amigos tão especiais que as vezes me confundem a cabeça - e eles sabem disso.&lt;br /&gt;E mudei. Amadureci. Cresci. Hoje eu me sinto completo de alguma forma. Tô bastante orgulhoso do cara que me tornei e que estou virando. Isso é legal. Me surpreendo muito com como eu lido com situações e consigo aprender com elas. E como eu sei superar desafios que são postos na minha frente.&lt;br /&gt;Sei lá. É bom estar aqui. E acho que não tenho mais aqueles questionamentos de antes. Porque hoje eu faço diferença na vida dos outros. Seja pela televisão, pela internet ou mesmo pentelhando elas todo dia aqui do lado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-7574063016622002872?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/7574063016622002872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=7574063016622002872&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/7574063016622002872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/7574063016622002872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2009/05/mais-um-ano.html' title='mais um ano...'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-8181552182915039206</id><published>2008-03-25T07:18:00.003-03:00</published><updated>2008-03-25T11:51:05.034-03:00</updated><title type='text'>por favor, qual o caminho prá felicidade?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Desde que somos pequenos seres com cara de joelho enrugado depois de um dia de piscina, somos induzidos a encontrar/procurar a felicidade. (Não estou culpando os pais ou a família ou a sociedade como um todo. A coisa já está não enraizada culturalmente que já não se tem quem culpar.) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Constantemente, como uma espécie de missão, somos levados a uma Santa Cruzada na busca daquela coisa ou aquele momento que paramos, olhamos para o nada e dizemos pura e simplesmente com um sorriso no rosto: estou feliz!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Certa vez um amigo meu perguntou-me se eu era feliz. Acredite ou não, não soube responder. Não me lembro ao certo, mas acho que disse que não. Então ele me indagou: o que é a felicidade pra você? Hm... Boa pergunta. O que é a felicidade para mim? Acho que nunca parei para, de fato, pensar no assunto. Para mim felicidade era felicidade e ponto final.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A pergunta, porém, instâneamente me remeteu a uma cena do filme As Horas (de onde, claro, tirei o título do blog --- aliás, quem leu o livro ou viu o filme já se tocou o porquê de o título ter essas {chaves}), onde a Meryl Streep, deitada na cama com a Claire Danes, começa a descrever o momento em sua vida quando ela achou que fosse o começo da felicidade. Em sua descrição de uma cena aparentemente simples e talvez corriqueira na vida de qualquer pessoa, ela diz pensar que ali talvez fosse apenas o começo, só o começo da felicidade, mas que quando abriu os olhos, tardiamente, percebeu que aquele momento era nada senão a própria felicidade. Ela tinha deixado a felicidade passar por seu nariz achando que fosse apenas o começo, apenas a pontinha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Me pergunto se todos nós fazemos isso. Será que todos nós deixamos a felicidade passar por nossos narizes, tirando sarro de nossa cara e só percebemos que era a própria depois que o momento passou? Será que a felicidade pode ser resumida a um momento ou seria ela um estado de espírito?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Engraçado eu ter acordado com essa pergunta na minha cabeça. Geralmente eu não analiso a felicidade. Não me considero uma pessoa triste, muito pelo contrário. Porém, eu acredito que existam vários tipos de felicidade. Entre elas a felicidade momentânea, que se resume ao teu estado de espírito, e a felicidade geral, que é aquela que você vive. Em inglês&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;, chamamos felicidade também de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;fortune&lt;/span&gt;, que pode ser traduzida de volta ao português como "sorte" ou "fortuna". Acho que foi daí que saíram as minhas definições de felicidade. Por exemplo, me considero uma pessoa feliz - e daí no sentido de "sorte" - quando vejo as coisas que eu tenho ao meu redor. Essa é a minha felicidade, penso eu. A felicidade de ter uma família extremamente foda, compreensiva, mente aberta e altamente apoiadora em tudo o que eu faço. A felicidade de ter, sempre, a clareza na hora de escolher as minhas amizades e ter ao meu redor apenas pessoas de bem (ou do que eu julgo ser bem) e que me fazem bem. A felicidade de poder ser capaz de fazer coisas e me superar a cada dia, me levando a ter uma coisa que muita gente não tem: auto-admiração -- se é que isso existe...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Muita gente liga a felicidade ao fato de ter uma coisa na vida. Tem gente que pensa que felicidade é ter uma casa, um carro, um cachorro. Mas acho que o mais frequente é aquele tipo que acha que felicidade é estar ao lado de alguém que ame (e não digo no sentido de amizade, mas no sentido de namoro, casamento, ou qualquer coisa desse estilo). Esse pra mim é outro tipo de felicidade e talvez o tipo mais perigoso. É uma felicidade tão dependente. Uma felicidade tão fraca, penso eu. Ok, ok, você pode me dizer que ama de paixão alguém loucamente e qu&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;e encontrou nesse alguém o sentido da sua vida. E é aí que mora o perigo, consegue entender?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Se sua felicidade depende do fato de existir uma outra pessoa, engana-se você que é feliz. Você está contente, alegre por ter alguém ao seu lado, mas felicidade vai muito além disso. Acho que não podemos depositar todas as nossas expectativas de felicidade sobre uma única pessoa ou uma única coisa e encarar a felicidade como um conjunto de fatores. Erramos nesse ponto, saca? Devíamos era mesmo depositar a nossa felicidade em nós mesmos e ver que, no final, quem vai estar com a gente ali é aquele mesmo cara que nos olha no espelho toda manhã, com remela e cara de bosta e nos segue para todos os cantos durante o dia inteiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Sim, acho que todos merecem e devem ter um parceiro com quem possa dividir momentos, dividir carinho, dividir, por que não, a própria felicidade. Não se pode, porém, personificar a felicidade. Senão, tua felicidade é uma felicidade móvel, e isso eu nunca vi. Uma felicidade que pode pegar um carro e te deixar, não é tão feliz assim, não é verdade?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Na verdade, eu meio que sinto pena daqueles que dependem dos outros. Tenho de vez em quando até um sentimento chato de auto-piedade, porque eu mesmo me pego em momentos assim às vezes, pensando que talvez pudesse haver alguém aqui do meu lado para me deixar mais "feliz". Mas, hei, são só momentos. Porque de pouco em pouco eu estou descobrindo que não é aquele ou esse, nem Beltrano, nem Sicrano que vai me fazer feliz, eu é quem vou, sabe?&lt;br /&gt;E se você sair na rua e perguntar "onde fica a felicidade?", muita gente vai apontar direções, dizer fórmulas, inventar teorias e até dar receitas. Pode pegar tudo isso e jogar fora. A felicidade não tem lugar. A felicidade não tem endereço, não tem casa, nem número de celular. Porque ela simplesmente é. A felicidade tem nome: o teu.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-8181552182915039206?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/8181552182915039206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=8181552182915039206&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/8181552182915039206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/8181552182915039206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2008/03/por-favor-qual-o-caminho-pr-felicidade.html' title='por favor, qual o caminho prá felicidade?'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-6157189517003925582</id><published>2008-03-24T18:34:00.003-03:00</published><updated>2008-03-24T18:38:07.283-03:00</updated><title type='text'>quando morre um amor?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;No último feriado, num desses momentos de tédio em que a gente fica deitado na cama olhando pro nada, me fazia essa exata pergunta. Aliás, a pergunta que teve como estopim um vídeo que vi no Youtube. Nesse vídeo, Chris Crocker (um insano e adrógeno fã da Britney Spears, que ficou famosíssimo por seu videopost apaixonadíssimo onde chorava copiosamente pelo fato das pessoas estarem tirando sarro do bizarro estado atual da "cantora" pop - link) comentava em seu quarto sobre o seu primeiro amor. Num vídeo simples e sem grandes pretensões, falava com tanto carinho sobre aquele que um dia tinha sido o primeiro a fazê-lo dizer as tão fortes três palavras (eu te amo). Eu, que sempre fui contra as opiniões de Crocker, me surpreendi com as palavras doces proferidas pelo rapaz. Senti-me tocado, principalmente, pela parte em que, com um olhar doce para a câmera, ele diz o nome do tal primeiro amor e termina com um "Eu te amo... e sempre vou te amar".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Foi aí que comecei a pensar na pergunta que intitula o meu post de hoje. Quando morre um amor? Ou quando deixamos de amar alguém? Será que é possível você sentir fisicamente o fim de um amor?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Fiquei preso a esse tema por um bom tempo. Achei um tanto profundo e sério. E pensando nos meus amores antigos, cheguei à seguinte conclusão: um amor nunca morre, nunca acaba. Acho que o amor muda de cor, como diria a Ana Carolina. Talvez o amor até mude de forma, mas acabar não acaba. Mesmo que você não suporte mais olhar para a pessoa e sinta nojo dela, não adianta, o amor ainda está ali. Penso hoje em um ex que, durante quatro meses, me traiu por volta de quinze vezes (claro que na época eu não sabia, né?) e, por pior que isso tenha me feito, por mais que ele tenha me ferido, etc, certamente existe aqui ainda um pouco daquilo que me fez apaixonar e dizer "eu te amo". Assim como o Gui, de Porto Alegre. Aqui dentro ainda tem o amor que sentia. Nem que um vestígio. Amor também existe pelo Carlos, e talvez o amor que mais me pareça presente ainda. Esses amores existem embora os relacionamentos, esses sim, terem acabado. O amor pelo Gui ou pelo Carlos hoje mudou de cor, mudou de forma, mudou de nome. Chamam-se saudade, têm gosto de saudade e cheiro de vontade. Não morreram. Nem pelo Richard morreu. Por ele chama-se carinho, por exemplo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quando morre um amor? Nunca. Acho que o amor nunca morre. O que morre, o que acaba são os relacionamentos, os laços, a convivência e até mesmo o interesse. Mas o amor perdura. E como perdura. E graças a Deus perdura. Se não perdurassem, garanto, hoje eu não seria eu e sim uma pedrinha de gelo que ainda pode se chamar de pessoa.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-6157189517003925582?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/6157189517003925582/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=6157189517003925582&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/6157189517003925582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/6157189517003925582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2008/03/quando-morre-um-amor.html' title='quando morre um amor?'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-4602320221139254949</id><published>2008-03-20T09:29:00.006-03:00</published><updated>2008-03-22T08:23:33.444-03:00</updated><title type='text'>this innocence is brilliant...</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ontem, em minha sessão de terapia, estava questionando o fato de onde e quando eu tinha deixado a minha "inocência" (vou usar esse termo por falta de um outro melhor no momento) dar vazão e lugar a uma espécie de "frieza" - uma frieza paradoxal, eu diria; ao mesmo tempo em que não me deixo envolver, eu quero me envolver - seria quase como existisse uma travinha na minha cabeça que não me deixasse gostar mais do que eu já gosto das pessoas, nem chegando a ser um quase-amor. É estranho, ainda mais vindo de alguém que já amou intensamente. Deixo-me, no entanto, envolver e apaixonar pelas idéias das pessoas. Não, não idéias que elas pensam, e sim as idéias que eu crio em relação às pessoas. Louco isso, não? Acho que por isso estou na terapia... (risos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma cantora Alaskense (ou Alaskiana?) chamada Jewel com a qual eu sempre me identifiquei desde a primeira vez que ouvi sua música "You were meant for me" lá em 1997 ou 1998. Desde então venho acompanhando seu trabalho e a cada álbum tem sempre uma música que parece falar de mim. Em seu último álbum intitulado &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;Goodbye Alice in Wonderland&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; (Adeus Alice no País das Maravilhas) existe uma música de mesmo nome que fala mais ou menos sobre esse meu sentimento de frieza/solitude (existe isso? ou é termo meu)/vazio. No caso de Jewel, ela escreve sobre as prentensas maravilhas de uma vida de estrelato que ela tentou em Hollywood como "cantora pop" (grande erro de sua vida, visto que o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;folk&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; tá impregnado em cada nota dela). No meu caso, a música se encaixa por falar de sonhos desfeitos e dessa vontade de amar e não conseguir. Hm... Deu pra entender essa minha colocação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, este é o clipe da música a que me refiro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="left: 0px ! important; top: 17px ! important;" title="Click here to block this object with Adblock Plus" class="abp-objtab-07593329604060158 visible ontop" href="http://www.youtube.com/v/4bVyxigwebY&amp;amp;hl=pt-br"&gt;&lt;/a&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4bVyxigwebY&amp;amp;hl=pt-br"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/4bVyxigwebY&amp;amp;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deu pra entender?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Abaixo segue a tradução da letra (lembrando que sempre que eu "traduzo" uma coisa em inglês eu coloco interpretação junto a tradução e não apenas uma coisa ipsis leteris ao pé da letra)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"Adeus Alice no País das Maravilhas"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;font-size:100%;"  &gt;São quatro da tarde&lt;br /&gt;estou num vôo saindo de L.A.&lt;br /&gt;Tentando entender minha vida,&lt;br /&gt;minha juventude esparramada pela estrada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quartos de hotel e faróis&lt;br /&gt;Ganhei dinheiro com a música&lt;br /&gt;O violão ao meu lado&lt;br /&gt;E desejando desesperadamente me encaixar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fama é cheia de filhos mimados&lt;br /&gt;E nos enche de fantasias&lt;br /&gt;Acho que é por isso que estou partindo&lt;br /&gt;Eu anseio por realidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então adeus Alice no País das Maravilhas&lt;br /&gt;Adeus estrada de tijolos amarelos&lt;br /&gt;Sonhar é diferente de fingir&lt;br /&gt;Eu não encontrei o paraíso&lt;br /&gt;Era só o reflexo da minha mente solitária querendo&lt;br /&gt;o que está faltando na minha vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico com vergonha de ver que o resto é tudo clichê rock'n'roll&lt;br /&gt;Cheguei no fundo do poço, quando alcancei o topo&lt;br /&gt;Mas eu nunca percebi que era você que estava partindo meu coração&lt;br /&gt;Achava que você tinha que me amar&lt;br /&gt;Mas não amou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, o coração pode ter alucinaçãoes&lt;br /&gt;Quando está completamente faminto por amor&lt;br /&gt;Pode até tornar monstros em anjos lá do céu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você moldou meu amor como uma arma&lt;br /&gt;E virou contra mim como uma faca&lt;br /&gt;Quebrou o último fio que segurava meu coração&lt;br /&gt;Você abriu meus olhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então adeus Alice no País das Maravilhas&lt;br /&gt;Adeus estrada de tijolos amarelos&lt;br /&gt;Sonhar é diferente de fingir&lt;br /&gt;Não era amor nos seus olhos&lt;br /&gt;Era só o reflexo da minha mente solitária procurando&lt;br /&gt;o que está faltando na minha vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crescer não é uma ausência de sonhos&lt;br /&gt;É saber entender a diferença&lt;br /&gt;entre aqueles sonhos que você pode acreditar e aqueles que te vendem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sonhar é bom porque traz coisas novas à vida&lt;br /&gt;Mas fingir é um fim que imortaliza uma mentira&lt;br /&gt;Esquecer o que você é, se enxergando pelo que te dizem que você é&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é mais estranha que a ficção&lt;br /&gt;E essa é minha chance de acertar as coisas&lt;br /&gt;E a vida é mto melhor&lt;br /&gt;sem todas essas belas mentiras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então adeus Alice no País das Maravilhas&lt;br /&gt;Pode ficar com sua estrada de tijolos amarelos&lt;br /&gt;Sonhar é diferente de fingir&lt;br /&gt;Isso nos meus olhos não são lágrimas&lt;br /&gt;É só o reflexo da minha mente solitária procurando&lt;br /&gt;o que está faltando na minha vida&lt;/span&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-4602320221139254949?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/4602320221139254949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=4602320221139254949&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/4602320221139254949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/4602320221139254949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2008/03/this-innocence-is-brilliant.html' title='this innocence is brilliant...'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-5267238615839719702</id><published>2008-03-19T22:02:00.003-03:00</published><updated>2008-03-19T22:14:23.471-03:00</updated><title type='text'>notas sobre a situação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;o nome original era "notas sobre a solidão", mas ninguém leria sobre isso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem que a gente se acostuma com a saudade, com a distância.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Dizem que solidão é coisa passageira, que quando a gente menos espera, a vida toma um rumo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Dizem... E quem diz não sabe o que está falando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Bem, talvez o problema seja eu que não consiga me desprender de certas coisas. Porque teve um tempo que tudo esteve bom demais, fácil demais, confortável demais. Talvez, no fundo, eu ache muito mais fácil me prender a esse tipo de coisa, porque, sei lá, é muito mais fácil a gente viver o que é bom. O foda é se esquecer que isso já foi e que o agora também pode ser bom. Só que tudo isso não depende do meu vizinho, dos meus amigos ou do meu emprego. Nem da minha mãe, ou do meu dinheiro ou de ganhar na loteria. Depende muito de mim. Ou melhor, eu diria que depende &lt;span style="font-style: italic;"&gt;só&lt;/span&gt; de mim. Porque quem é que vai ficar ali, parado de frente para o mundo, levando as glórias e as pedras por mim? Garanto que as glórias, muita gente se oferece, agora as pedras... Sou eu que tenho que levá-las.&lt;br /&gt;Já divaguei sobre minhas pedras e dessas não quero mais falar.&lt;br /&gt;Pensei quem fazer um breve resumo do meu ano passado -- sim, pois tem um ano e pouco que eu não atualizo esse blog; sequer sei se o lêem ainda. Resumos não me apetecem, não me seduzem. Claro, seria muito mais fácil deixar aqui tudo mais claro para que alguém, perdido aqui na net, encontre essas páginas perdidas e diga "olha, eu sei como é isso" ou "porra, que texto longo", mas não vou fazer assim. Diferente, vou botar apenas algumas coisas sobre as quais certamente escreverei umas poucas linhas... Coisas que encontrei nesse um ano e poucos que se passou. Um pouco de amor, de perda, de ganhos, de conquistas, de sorrisos, de amigos (e desamigos), de contatos e da perda deles. E de solidão.&lt;br /&gt;Não ligue se hoje pareço um tanto "emo" ou deprimido. Não estou (e nem sou). É que é apenas um tópico que me toca, mais que muitos outros. Solidão. Quem não lida com ela, não? Afinal, até mesmo os textos acabam sós. Acabam com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;um&lt;/span&gt; ponto. Um ponto sozinho. Um ponto final.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-5267238615839719702?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/5267238615839719702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=5267238615839719702&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/5267238615839719702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/5267238615839719702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2008/03/notas-sobre-situao.html' title='notas sobre a situação'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-4812408070196627516</id><published>2008-03-19T21:37:00.003-03:00</published><updated>2008-03-19T21:38:02.331-03:00</updated><title type='text'>há um ano</title><content type='html'>há um ano não posto neste blog.&lt;br /&gt;coisas mudaram. mudaram muito. mas analisando, tô achando que foram só as coisas mesmo. eu mudei pouco. acho que na essência, sou o mesmo perdido esquisito de antes.&lt;br /&gt;agora vou voltar a postar.&lt;br /&gt;idéias vêm a mente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;olá pessoas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-4812408070196627516?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/4812408070196627516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=4812408070196627516&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/4812408070196627516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/4812408070196627516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2008/03/h-um-ano.html' title='há um ano'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-117209379456438201</id><published>2007-02-21T19:12:00.001-02:00</published><updated>2007-02-21T19:42:53.296-02:00</updated><title type='text'>mais fácil com átomos mesmo...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt; A propaganda começava assim:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-style: italic; text-align: justify;"&gt;"Sou negro. Quando nasci era negro. Quando cresci continuei negro. Quando sinto frio, sou negro. Quando me queimo ao sol, sou negro. Quando sinto medo, sou negro. Quando fico doente, sou negro. Quando morro, sou negro.&lt;br /&gt;Você é branco. Quando nasceu, era rosa. Quando crescei, virou branco. Quando sente frio, é azul. Quando se queima a sol, é vermelho. Quando sente medo, é amarelo. Quando fica doente, é verde. Quando morre, é cinza.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E você tem coragem de dizer que eu sou uma pessoa de cor?".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje resolvi escrever um pouco acerca de preconceito. Não sei se vou saber desenvolver esse tema já tão tratado, mas fiquei inspirado em tentar -- a propaganda realmente chegou até mim de uma forma inesperada. Fiquei horas pensando e aí fiquei com vontade de compartilhar minhas idéias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Albert Einstein uma vez disse "É mais fácil romper um átomo do que quebrar um preconceito". Sabe que eu concordo com o velhinho do cabelo estranho com a língua de fora? Sim, eu acho que hoje as coisas andam muito mais fáceis para todo mundo num sentido geral. Acredito que as pessoas estejam mais abertas, mais "conformadas" com as diferenças e, assim, também menos aversas. Só que eu acho que esse nem é o pior tipo de preconceito. Acho que o pior preconceito é aquele que vem de dentro de nós mesmos. De nada adianta fazermos campanhas para direitos iguais para os gays, lutas contra racismo, e luta contra isso e aquilo quando a nossa sociedade traz implicíta nela os preconceitos dela própria. Os próprios grupos tem preconceito dentro de si, em minha visão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecemos pelos gays, por exemplo. A gaylera quer porque quer lutar por direitos iguais, tratamento não-diferenciado perante a sociedade, que não lhes virem a cara e os tratem com respeito... um desejo nobre, eu diria. Mas aí começam com paradas gays, onde se perde completamente o sentido de tudo isso. Se você está procurando igualdade, pra que fazer um auê pra mostrar que é diferente? Fora que aí, nesses "eventos", se reforçam ainda mais os esteriótipos já tão reforçados pelos olhos alheios. Sim, pois as paradas não têm mais o aspecto de mudar e, sim, tornaram-se uma desculpa esfarrapada para uma farra em público, onde a pegação e o sexo ficam ainda mais banalizados e exposto, criando uma imagem bem distorcida do que nós realmente somos (se bem que, me pergunto, talvez seja essa mesma a realidade da maioria).&lt;br /&gt;Aí entra agora uma outra coisa... O preconceito do gay para com o gay. Não, não me refiro ao preconceito contra o gay magrinho, o gay gordinho, o gay soro-positovo, o gay negro, o gay pobre, o travesti, ou qualquer outro tipo, mas sim o complexo de inferioridade que o gay põe sobre si mesmo. Para exemplificar, tomemos como exemplo o gay assumido e vencedor do Big Brother Brasil 2005, Jean Willis. Acho simplesmente RiDICULO o modo como esse cara encara a vida. Ele simplesmente se fez vencedor do Big Brother fazendo a coisa típica de quem tem preconceito de si mesmo; se vitimizando... "Ai, porque o gay é pobrezinho... Aí, porque os homens da casa votaram em mim porque eu sou gay... Ai, porque a sociedade não entende o gay e por isso somos sempre motivos de chacota". Ai, vai cagar, né? Se ser gay fosse uma coisa TAO horrenda, ninguém era, né? E ele fala como se fossemos todos do mesmo barco, como se todos fossemos xingados e apedrejados na rua. Poxa... E o pior é que eu já vi isso pessoalmente, com gente que eu conheço... Gente que se vitimiza, tentando culpar tudo que dá errado na vida porque é gay.&lt;br /&gt;Mas isso nao acontece só no mundo gay não. Isso se dá em todos os aspectos... Negros tb são assim. Me perdoe se você é negro e lê isso, mas é o que eu penso. Não todos, é claro, mas muitos sim. Acho que o racismo ainda existe porque o sentimento de auto-piedade é tão grande que se transmite para um âmbito maior, ficando embutido na sociedade. E aí acontece mais ou menos como o caso da parada gay... São criados grupos e guetos para buscar a igualdade entre negros e brancos, aí vão lá e criam o sistema de cota nas universidades. Quer coisa mais preconceituosa que isso? O sistema de cota nada mais faz do que dizer implicitamente; você é um incapaz, aí assim podemos ajudar vc a ter uma chance. Porque, até onde eu sei, se um cara passa no vestibular é porque ele tirou nota boa, e não porque ele é branco e o papel achou lindo ajudá-lo por meio de mágica. Sabe?! É patético...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que o que quero dizer é que por mais que as coisas hoje estejam muito mais amenas, a gente sempre cria novos preconceitos e aversões em relação a grupos e individuos. É quase impossível que não julguemos os outros por suas diferenças, embora tenhamos noção de que isso não é legal e condenemos atitudes dessa forma. Por isso concordo com Einstein... Não acho que o mundo esteja pronto pra se abrir desse jeito. È muito mais fácil viver com o preconceito, achando o que quer, do que ir atrás de mudar. É, é mais fácil com os átomos...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-117209379456438201?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/117209379456438201/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=117209379456438201&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/117209379456438201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/117209379456438201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2007/02/mais-fcil-com-tomos-mesmo.html' title='mais fácil com átomos mesmo...'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-117181186723009910</id><published>2007-02-18T13:17:00.000-02:00</published><updated>2007-02-18T13:17:47.246-02:00</updated><title type='text'>novas caras, novos amigos...?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O interessante de você começar um novo trabalho é, além do fato de você saber que vai ganhar uma graninha no final do mês, conhecer gente legal. Gente com os mesmos (ou quase mesmos) interesses que você, juntos em torno de um princípio comum. Sempre achei essa uma das maneiras mais legais e fáceis de se fazer amigos... fora de Santa Catarina...&lt;br /&gt;Acho que essa foi a primeira dificuldade que senti ao mudar pra terra dos barrigas verdes. As pessoas são resistentes no quesito amizade. De primeira eu pensei: não sei por que se protegem tanto, será que não querem ser meus amigos? Nos vemos todos os dias, falamos a mesma língua, estamos no mesmo ambiente e vivendo praticamente a mesma vida por pelo menos sete horas por dia... por que não me deixam entrar? Enquanto eu, na minha ingenuidade de menino paulista que veio de Rio, já os considerava bastante próximos, quase amigos de levar pra casa e tomar sorvete, percebi que a coisa não era bem assim do lado de lá. E não é que, no final, esse povo tá mais do que certo? Pensa bem... Amizade, assim como um grande amor, não é um evento; é uma construção, é conquista. O simples fato de você se dar bem com uns e outros não os fazem dignos de sua confiaça e/ou amizade instantânea. Ainda que eu seja adepto da filosofia "confio até que me provem o contrário", respeito o jeito catarinense de ser. É claro, sempre tem suas excessões, e apesar de sentir falta de um amigããão de verdade, desses pra quem você conta tudo e liga as duas da manhã pra falar nada (eu não faço isso!), eu acho que vou aderir e ir com um pouco mais de calma. Quem sabe eu não construo uma amizade sólida e bonita e todos vivamos correndo em pastos amplos e campos de girassóis?&lt;br /&gt;Post inútil...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-117181186723009910?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/117181186723009910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=117181186723009910&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/117181186723009910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/117181186723009910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2007/02/novas-caras-novos-amigos_18.html' title='novas caras, novos amigos...?'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-117181107701850363</id><published>2007-02-18T12:50:00.000-02:00</published><updated>2007-02-18T13:04:37.033-02:00</updated><title type='text'>reivention tour</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Madonna que me perdoe, mas agora é minha vez. Vou roubar o nome da turnê dela e adaptar um pouco à minha nada mole vida...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora que as coisas parecem estar entrando nos eixos e parece tudo estar tomando uma forma, ao contrário da massa gelatinosa e informe que era a minha vida até pouco tempo atrás, eu aproveitei para entrar numas de reinvenção. Na verdade, não sei bem se &lt;span style="font-style: italic;"&gt;reinvenção &lt;/span&gt;seria o termo correto... Talvez uma retomada de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas últimas semanas entrei numa viagem interna muito grande. Saca essas viagens que você tem que fazer e começar a se confrontar com todas as coisas suas, com todos os seus aspectos, sejam eles bons ou maus? É dessas. E tenho feito isso direto. Desde que resolvi mudar minha vida e me tornar uma pessoa mais pra cima (porque enjoei de ficar sempre me botando pra baixo de cu de cobra e ficar com aquela história pentelhissima e deprê de auto-piedade--- coitado de mim!), as coisas começaram a mudar de uma forma geral e eu comecei a me deparar com um tipo de pessoa que eu não quero pra mim: a pessoa que eu estava sendo. Não vou nem dizer que era a pessoas que eu estava me tornando porque isso seria só uma desculpa para amenizar a realidade, porque eu estava realmente sendo assim. E é esse tipo de coisa que só um chacoalhão de uns e outros que te fazem abrir os olhos.&lt;br /&gt;Quando eu ouvi, pela primeira vez na minha vida, as seguintes palavras: "você não se importa com as pessoas", nossa, eu fiquei absolutamente puto da cara. Como é que uma pessoa ousa a dizer esse tipo de absurdo pra mim? Eu queria socar o cara e fazê-lo engolir letrinha por letrinha que ele colocou no MSN. Aquilo me incomodou de tal forma que nem dormi eu consegui direito. Estava com raiva, ódio mesmo, até que no dia seguinte, num papo qualquer, ouço outra coisa bem parecida (e quando eu falo "ouço", muda pra "leio" porque é tudo papo de MSN, no começo): "você não faz questão de ser cordial. faz o que quer e é isso". Raiva de novo. Como as pessoas podem me julgar dessa forma? Como acontece toda vez que eu entro em pequenas crises e/ou fico puto, recorri imediatamente ao meu querido melhor amigo perguntando pra ele sobre o fato de eu ser uma má pessoa. Claro, eu estava super feliz porque eu tinha certeza de que o que ele ia me dizer ia me deixar mais feliz... Mas não é que ele me vira e fala "Hm... tem coisas que poderiam ser mudadas". E pra mim foi a gota d'água. Ouvir da pessoa que você mais admira e se apoia esse tipo de coisa, caiu como uma luva... luva de metal na minha cabeça. E foi aí que eu entrei nessa de auto-confrontamento. E, deixando de lado todo tipo de conceito sobre mim mesmo que eu tinha, comecei a perceber que era tudo verdade. Analisando meu comportamento passado, desde que cheguei em Floripa, percebi que era aquilo mesmo: eu estava sendo uma pessoa má (não no sentido literal da palavra), completamente egoísta e egocêntrica e, o que considero pior, fria. Foi o suficiente para eu ficar dois dias imerso em mim e levando bolachadas na cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei bem ao certo o tipo de pessoa que eu quero ser, mas sei agora o tipo de pessoa que eu NÃO quero ser, assim como também sei o que eu NÃO quero pra minha vida (ainda que não saiba bem o que eu realmente queira). É bom a gente levar umas porradas dessas. Sei que as feridas que deixei em algumas pessoas não saram com um pedido de desculpas, mas eu tento da mesma forma. Se me machuca saber que tratei alguém de um modo que eu sempre julguei "errado" ou "inconveniente", me machuca ainda mais saber que magoei alguém. E agora corro atrás de reparos pra isso. Por isso estou em reforma; pra tentar me achar. Acho que minha essência permanece. Continuo sendo o mesmo pateta apaixonado, romantico, amigo, tolinho e bobão, mas com umas melhoras aqui e ali. Não, isso não ocorre duma hora pra outra, eu sei, mas acho que o tentar mudar é tão válido quanto a mudança em si. Ruim é se acomodar e deixar como está, quando isso faz mal pra você e pros outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha vida tá entrando nos trilhos e tomando forma. E eu também.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-117181107701850363?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/117181107701850363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=117181107701850363&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/117181107701850363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/117181107701850363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2007/02/reivention-tour.html' title='reivention tour'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-117181018651767332</id><published>2007-02-18T12:26:00.000-02:00</published><updated>2007-02-18T12:49:46.530-02:00</updated><title type='text'>o dia que o carnaval mudou de cara... e de sentido</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O carnaval sempre me pareceu uma grande bobagem, quase uma grande desculpa tola para esquecermos de nossos maiores problemas e, simplesmente, como bons brasileiros que somos, colocá-los embaixo dum grande tapete e fazê-los "invisíveis" aos olhos, porém ainda sensíveis aos pés. Não sei, sempre me causou essa má impressão, como mais uma escapada da hora de enfrentar tudo de frente e deixar os sentimentos mais crus do ser humano virem todos a tona: a sexualidade exacerbada, a violência... enfim, os excessos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em toda a minha vida consigo me lembrar de apenas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;um &lt;/span&gt;carnaval que curti pra caralho e não me arrependi de um segundo sequer: um carnaval completamente despretencioso, onde a ordem era apenas se divertir -- a festa da Cucanha em Piracicaba. Um carnaval simples, gostoso, que se passa todo ano num bairro tirolês afastado onde um grande grupo/bloco de pessoas segue pelas ruazinhas de terra pisada buscando de casa em casa ingredientes para um prato típico (a cucanha), e tudo isso regado a bebida de graça (as pessoas do local se encarregam da fartura de vinhos e outras bebidinhas interessantes) e muita, mas muuuuuita LAMA. Sim, você não consegue se manter limpo por 1 minuto sequer. Lembro que me advertiram que fosse com uma roupa mais velha pois iria me "sujar um pouco". Ingênuo, fui com uma roupinha mais ou menos... Antes tivesse ouvido! Foi só eu e uns amigos chegarmos no bairro e descer do carro para ouvirmos "Eles estão limpos!!" e um batalhão de gente correndo atrás da gente, nos pegando no colo e jogando os quatro na primeira poça de lama no caminho. Não bastando isso, baldes de lama também foram acrescentados à grande massa melequenta. E foi uma farra só! Descalços e sujos até o c... cérebro, fomos pelo bairro onde os moradores, simpáticos, ajudavam a manter a sujeira. E era só um engraçadinho se meter a limpar a cabeça, que vinha alguém e... chuáááá... mais lama na cabeça do pobre coitado. E no final de tudo isso, levavamos os tais ingredientes pra uma espécie de ginásio onde uma equipe enoooorme fazia a tal da Cucanha (que é uma espécie de polenta), servida na faixa pra quem quiser comer, numa espécie de show ao vivo muito foda. Foi sujo, mas valeu a pena! Foi um carnaval ingênuo, puro, sem putarias, onde a palavra de ordem era simplesmente diversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse ano a coisa mudou também. Mas não sei bem para que lado. Ao contrário dos outros anos, em que estava completamente relutante em me divertir em carnavais, este ano eu ando bem animadinho... Acho que continuo ainda um pouco "contido" demais, mas curti e to curtindo. Ontem na tal da festa Troy, que toooodo mundo me fez a maior propaganda, foi bem assim... curti bastante, apesar dos pesares. Ouvi coisas legais de gente que vale a pena e vi como é estar com pessoas que realmente se importam com você. Foi um dia marcante, eu diria. Foi o dia que eu vi que to me encaixando no esquema Floripa de ser. Não, eu não beijei ninguém, mesmo pq eu ando com o dedo ótimo pra essas coisas: sempre escolho ou os comprometidos ou os que sequer notam a minha presença. E ultimamente eu ando assim... Quando saio, sempre que tem um que eu gosto, eu prefiro investir naquele um do que dar tiro para todos os lados e pegar a primeira vítima. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;That's so not me!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Enfim, to perdendo o fio aqui...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coisa mudou. Eu curti e quero aproveitar pra me deixar ser quem eu sou, sem tentar me prender, me conter.. Eu já sou contido demais no dia a dia. Claro, isso não significa que eu vá sair por aí catando qualquer um, bebendo horrorres, batendo em gente... Mas vou deixar (e estou deixando) o ''Phil de verdade'' aparecer de pouco em pouco. E acho isso muito legal! Se eu quiser dançar, eu danço... se não quiser, foda-se. Acho que é assim que a vida é boa... Eu quero curtir outros carnavais e me permitir que esse sentimentos de liberdade tome conta de mim por todo o ano. E que essa energia esquisita que as pessoas exalam nessa época fique comigo, porque eu tô gostando de ser assim, ainda mais nessa minha fase de reinvenção, reformulação de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hm... acho que perdi o fio de novo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas... você me entende?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-117181018651767332?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/117181018651767332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=117181018651767332&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/117181018651767332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/117181018651767332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2007/02/o-dia-que-o-carnaval-mudou-de-cara-e.html' title='o dia que o carnaval mudou de cara... e de sentido'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-117002247621946672</id><published>2007-01-28T20:07:00.000-02:00</published><updated>2007-01-28T20:14:36.220-02:00</updated><title type='text'>caracteres</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Engraçados os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;blogs&lt;/span&gt;. Esses pequenos "diários" (não necessariamente "diários") eletrônicos parecem liberar um lado diferente das pessoas. São como pequenos livros em que publicamos qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, que se passe na cabeça... Seja uma idéia, uma música, um poema, um texto, um desabafo. Alguns preferem filosofar sobre pequenos aspectos da vida, daqueles que a gente raramente pára pra pensar, e acaba deixando passar, mas que, na verdade, são tão importantes como a vida em si. Outros preferem explorar o lado artístico da pessoa, que declama poemas, ou mesmo textos que em sua essência são poemas, com as palavras escolhidas a dedo para uma sonoridade bonita. Gosto dos blogs que me atingem e são esses o que boto como links ali na barrinha do lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E acredito que esses blogs me toquem mais profundamente, às vezes, do que uma palavra dita, falada. Acho que a palavra escrita se grava na cabeça, não sei. É como se se queimasse no cérebro e ficasse ali, rodando, rodando, até ser digerida ou semi-apagada por novas outras palavras que vão ficar ali rodando, rodando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Não tenho pretensões com as coisas que escrevo. Acho que busco mesmo é aliviar a minha cabeça, botar idéias pra fora. Porque esse é meu livrinho, meu "lixo", meu depósito. É aqui que eu boto um pouquinho de mim que eu não mostro num sorriso ou num MSN ou num café na mesa dum bar. Engraçados os blogs...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-117002247621946672?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/117002247621946672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=117002247621946672&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/117002247621946672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/117002247621946672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2007/01/caracteres.html' title='caracteres'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-117002124519853539</id><published>2007-01-28T19:39:00.000-02:00</published><updated>2007-01-28T19:54:05.216-02:00</updated><title type='text'>blá, blá, blá</title><content type='html'>Final de semana quente da pôrra! Dias desses que dá vontade de dar um tiro na bunda pra ver se faz ventinho... Porra! Parado você sua. Se movendo você sua. Tomando banho você sua. Nessas horas que é bom parar e pensar: ainda bem que não tinha ninguém na minha cama essa noite. Eu acho que chutava... Sério.&lt;br /&gt;Mas apesar do calor e apesar dos pesares, não tenho muito o que reclamar do final de semana. E muito menos da semana. Foi uma semana dessas que, poderia dizer, eu fiz bastante novos contatos, novos amigos. Adoro novos contatos e amigos. Alguns com contatos mais direto, imediatos, do terceiro grau. Outros nem tantos.&lt;br /&gt;Claro, como toda semana Felipina, um pouco de neura aqui ou ali faz parte. Mas o bom que estão sendo superadas. Enfim... Life goes on.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;Hoje vou tirar um esp&lt;span style="font-family: lucida grande;"&gt;acinho do meu blog pra postar um texto que venho escrevendo já tem um tempo. modesto que sou, acho um ótimo texto e&lt;/span&gt; gosto de compartilhá-lo com os outros. gosto de opiniões. quem as tiver, por favor, não poupem...&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;--------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;tpm: tempos pós-modernos (parte um)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A manhã estava estranha, fria. Estranho fazer frio bem no meio de Setembro, ainda mais no Rio de Janeiro. Me vesti meio que sem jeito, mais uma vez atrasada, tomando meu café num gole só. Caralho! Esqueci de adoçar. Com o gosto amargo daquele café quente que, além de disso me queimou a língua, catei a bolsa, o celular e as chaves do carro e saí, batendo a porta. Como de costume nesse condomínio de merda, o elevador custou a chegar. Toda vez é igual: aperto o botão e o desgraçado passa dois andares acima do meu para, só então, voltar. Uma mulher loira, meio velha – devia ter uns quarenta anos – apertava o botão para o andar da garagem a cada cinco segundos. Eu a observava calada, pasma com a secura de seu cabelo. Tintura barata, com certeza. No sexto andar o elevador parou de novo, dessa vez para um homem gordo, vestindo uma nojenta camisa azul, barba por fazer e aquela cara de sono, entrar. Fiquei com náuseas só de imaginar o bafo da criatura.&lt;br /&gt;— Bom dia, moças.&lt;br /&gt;Se existe uma coisa que me irrita ainda mais quando eu já estou atrasada e de TMP são esses homens nojentos de camisa azul que insistem em me chamar de “moça”. Odeio “moça”. Que palavra escrota! “Moça”... Bah!&lt;br /&gt;A mulher do meu lado continuava a apertar o botão da garagem. O gordo soltou um leve suspiro antes de gargalhar e falar com aquela voz irritante:&lt;br /&gt;– Não adianta fazer isso. Não faz ele ir mais rápido; olhando em seguida para mim, meio que buscando a minha aprovação. Porra! Ele tinha que olhar pra mim?&lt;br /&gt;Dei meu horrível sorriso amarelo segurando minha língua para não mandá-lo à merda e rezando para o elevador descer logo os últimos três andares.&lt;br /&gt;E a mulher apertou mais duas vezes a merda do botão. Que dia! E nem cinco minutos haviam se passado desde que saí de casa. Cacete! Como eu odeio esse gosto de café na boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;* * *&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Saí do quarto ainda pensando em Karen, sentindo o seu cheiro no lençol bagunçado. Não tem jeito! Por mais que eu peça, ela sempre se revira na cama até arrancar todas as camadas de lençóis deixando o colchão a vista. Se ela soubesse o quanto isso me deixa pê da vida...&lt;br /&gt;Ainda com os cabelos amassados e embaraçados eu tentava entender se lá fora chovia ou estava sol. O frio era forte. Esquisito! Frio em Setembro? Cada vez menos eu entendia o Rio.&lt;br /&gt;Enquanto requentava o café no microondas, eu arrumava a bagunça dela – no mínimo havia saído com pressa de novo. Por mais enlouquecedor fosse fazer aquilo, não tinha jeito. Eu derretia só de ver aquele sorrisinho. Aquela boca... Paixão é foda!&lt;br /&gt;Alguns vizinhos berravam lá embaixo. Eu engolia o café com biscoitos com dificuldade, tentando engolir junto aqueles berros antes que eu levantasse e berrasse pela janela: Cala a boca, bando de filho da puta! Detesto vizinhos. Às vezes queria voltar pra minha cidade.&lt;br /&gt;Liguei a tevê e sentei com desleixo no sofá, de perna arreganhada mesmo, sentando sobre ela, naquele sofá vermelho. Precisava mudar aquela cor. Vermelho estava forte demais! Mais notícias de assassinatos eram vomitadas por aquele patético âncora da Globo, enquanto eu brincava com as últimas gotas de café, misturado ao restinho de açúcar no fundo do meu copo de requeijão. Quem me visse jamais diria que eu morava na Barra da Tijuca...&lt;br /&gt;— ...foi baleado quando saía da academia....; anunciava o pentelho.&lt;br /&gt;Esquisito. Pra quê dar só notícia ruim? Acho que tudo isso faz parte de uma rede de conspiração para botar o medo na sociedade como uma espécie de mecanismo de dominação. Uma maneira de manter a população pobre sob controle. Pânico é a melhor saída... Agora eu entendo o porquê da minha mãe ser neurótica e ficar sempre me falando pra tomar cuidado com o Rio de Janeiro e com as “coisas terríveis que vêm acontecendo, com gente morrendo dos modos mais horríveis”. Ainda bem que não vejo tevê quase nunca.&lt;br /&gt;Cada vez eu entendia menos o Rio. Bateu uma saudade da época que eu era uma típica paulistana, vivendo entre prédios e carros, alienada desse tipo de problemas... Saudade daquela época de paulistana sem sal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;* * *&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez eu estava presa num elevador... Como se já não me bastasse estar atrasada e de TPM, um rapazinho jovem, duns dezenove ou vinte anos, bem vestido até, mascava um chiclete que, a essas alturas, nem gosto mais deveria ter, fazendo aquele barulhinho irritante. Do lado dele, me medindo dos pés à cabeça, Arnaldo, aquele idiota do RH, com sua barba escrota e verde e a mesma velha camisa surrada pra dentro da calça, tentando puxar assunto comigo, tendo como respostas os meus secos “arrã” e  “ã-ã”, daqueles que deixam Marina com os nervos a flor da pele. Mas ele, ao contrário, não parecia se incomodar. A cada andar que subíamos ou que aquela porra de elevador parava, eu rezava baixinho desejando sair dali logo e que aquilo fosse tudo um sonho; assim que eu pisasse fora daquela caixa que sobe e desce, tudo seria lindo, eu seria feliz e o mundo perfeito, cheio de rosas e flores pelo chão onde eu passar. Odeio sonhos! Nunca se realizam.&lt;br /&gt;Aquele papinho babaca sobre ações e investimentos estava me tirando do sério. O rapaz do chiclete olhava calado de canto de olho com um sorrisinho indecente. Ele entendia meu ódio por aquele velho.&lt;br /&gt;A porta abriu e eu saí apressada, esbarrando em quem eu visse na minha frente, falando um rápido “oi” para uns e outros. Só cumprimentava por pura educação, pois minha vontade era mandar todo mundo tomar no cu e sair dali num pulo só.&lt;br /&gt;— Karen?&lt;br /&gt;A voz do meu chefe me soou tão dura quanto um murro no estômago. Não a voz pela voz, que era linda por sinal, mas aquele tom. Aquele tom de “vem-cá-sua-filha-duma-puta-vadia”. Eu nem me virei para responder. Ele detesta quando eu faço isso.&lt;br /&gt;Ele começou a dizer alguma coisa que eu não conseguia decifrar muito bem. Só entendia o final: — É pra hoje, hein?! É pra hoje!.&lt;br /&gt;É pra hoje o caralho dele!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;* * *&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Adoro dias de folga. Fazia tempo que eu estava trabalhando cobrindo Rosana em suas folgas e nas minhas para ela visitar o namorado babaca dela lá em Vila da Penha. Ninguém merece um namorado em Vila da Penha! E ainda mais aquela vaca da Rosana. Eu não sei como eu consigo ser tão boazinha. Por que eu não nasci sabendo falar “não” pros outros?&lt;br /&gt;Meu dia oficial do ócio não estava sendo nada “ocioso”. Era dia de faxina. Deixar a casa para a louca da Karen arrumar é a mesma coisa que falar para um porquinho da Índia latir. Depois de tirar uma crosta de sujeira do chão da cozinha e praticamente uma peruca inteira do banheiro, de tanto cabelo que no chão, eu ainda tive que varrer, passar pano, passar e lavar roupa – odeio lavar calcinhas sujas de menstruação da Karen!!! Já não bastam as minhas? E como se isso tudo não fosse nada, eu ainda tinha... ou melhor, queria cozinhar um almoço bem gostoso para ela. Ela merecia. Coitada! Pelo menos assim eu sabia que ia conseguir me desculpar por tê-la  feito atrasar-se de novo. Acho que eu preciso me conter um pouco mais na cama. Acho que estou com sérios problemas. Distúrbios sexuais, diria eu. Eu preciso ir num sex shop dia desses e comprar um consolo. Talvez seja falta disso...&lt;br /&gt;Independente da falta ou não de pinto, eu tinha que terminar tudo aquilo. E o pior é que aquele era meu único dia para poder ir até o cabeleireiro. Meu cabelo estava um desastre. Eu olhava pro fogão, olhava pro chão, pra foto da Karen na mesinha do computador. Deu um aperto no coração só de pensar em não fazer o frango xadrez que ela tanto gostava. Mas era por uma boa causa, convenhamos. Eu estava indo ficar linda para ela. Não era nem para mim mesma, era para ela. Só pra ela.&lt;br /&gt;Eu realmente estava precisando dum pinto... Essa história de passar dos trinta faz a gente pensar coisas horríveis. Realmente, muito horríveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;--------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;é isso. não poupem comentários, sejam eles positivos ou negativos. críticas e sugestões são sempre bem boas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-117002124519853539?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/117002124519853539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=117002124519853539&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/117002124519853539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/117002124519853539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2007/01/bl-bl-bl.html' title='blá, blá, blá'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-116914828577557763</id><published>2007-01-18T16:50:00.000-02:00</published><updated>2007-01-18T17:24:45.793-02:00</updated><title type='text'>paciência?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   Ok. Você tem vinte e quatro anos e está sozinho. Aí você pensa "Humm... Acho que é uma boa eu me apaixonar agora". Você vai, conhece um cara legal que tem um papo muito do jeitinho que você gosta de ouvir -- talvez sobre filmes, arte, sexo ou coisas desse tipo -- e que, pra ajudar, é bem bonitinho. Aí você pensa "Humm... Acho que esse pode ser uma boa!" e, movido pela sua carência, você acaba cedendo a uma espécie de&lt;span style="font-style: italic;"&gt; paixonite virtual&lt;/span&gt; e passa a conversar com ele todos os dias. De vez em quando vocês trocam mensagens. Às vezes preferem e-mails, que cabe mais, você pode dizer bem mais, e escrevem longos e-mails apaixonados como se vocês se conhecessem a meses quando na verdade acho que faz uns dois dias que vocês se teclam.&lt;br /&gt;   Até aí tudo bem. Mas a coisa começa a ficar um pouco mais intensa: os papos entre internet e telefone acabam ficando mais frequentes e seu coraçao bate um pouco mais forte quando você pensa nele e você se pega pensando nele muito. Mas muito! De vez em quando tem até sonhos mais... digamos, safadinhos, e você pensa "Cara, esse daí é perfeito!". Claro, nessa hora você não tem noção de que a carência é que está te fazendo pensar esse tipo de coisas e, óbvio, é muito bom estar "apaixonado", e melhor ainda é ter alguém que corresponda a sua expectativa. E você vai se deixando levar, fazendo planos, imaginando situações, vocês se beijando num cinema ou talvez numa praia ou quem sabe com você dirigindo e ele segurando a sua mão. E você acredita nisso. Acredita muito nisso. Por várias vezes você acredita até mesmo que está quase amando. Sim, quase amando! E você passa a chamar a pessoa de "amor" ou ainda de algum apelidinho mais íntimo ("mô") e isso em apenas dez dias dessa paixonite virtual.&lt;br /&gt;   Os planos ficam mais frequentes e está quase na hora de vocês se encontrarem e, óbvio, tem de ser o encontro perfeito: vocês vão se ver e cair nos braços um do outro num longo e apaixonado beijo e ver que tudo aquilo era o que você sempre sonhou e depois de anos estarão casados e dividindo um apartamento só de vocês, com porta-retratos com tema de cinema e uma larga prateleira de DVDs que vocês assistirão todas as noites para o resto de suas vidas comendo chocolate e tomando Coca-Cola. Aí você se programa todo, faz as malas, dá um jeito na barba, se arruma, fica apresentável apesar das neuroses, bota um CD feliz no carro e vai. E você tem fé e plena certeza de que tudo vai dar certo.&lt;br /&gt;    Vocês se conhecem numa rua qualquer. Você que foi buscá-lo. Ele parece bonito. Você gosta do sorriso dele e do jeito dele falar com você. Ele entra no carro e vocês se abraçam um pouco desajeitados, querendo talvez se beijar mas não podem por estarem numa via pública com bastante gente perto, e isso nunca é bom para um primeiro encontro, mesmo que seja com o amor de sua vida. Você bota uma música calminha no carro ou procura algo que agrade o carinha mais perfeito do mundo até que vocês param num sinal e ficam se olhando feito bobos apaixonados, e suas mãos se tocam perto do câmbio. É a glória! Agora você tem certeza de que ele é o cara. O papo de vocês vai muito bem, obrigado, e tudo parece se encaixar até a hora do beijo. O beijo mais perfeito que você já provou! O beijo te acende, te leva as nuvens, você pensa "Uôu!" e fica alucinado. Ele é perfeito! E deseja que o momento nunca mais acabe.&lt;br /&gt;    Algumas horas depois vocês estão deitados na mesma cama, pelados, ele te olhando com olhar apaixonado, dizendo aquele monte de coisas que você sempre quis ouvir, beijando sua boca sem parar e tudo que você pensa é "Deus... O que eu estou fazendo aqui?". É como se de repente um balde de água fria caísse na sua cabeça. Não tem NADA de errado com ele. Ok, até tem, mas nada que você realmente ligue. Bom, talvez ligue, mas você pensa que isso é tudo muito irrelevante e prefere respirar um pouco pra ver se não é só um tiquezinho de mau humor que te bateu, afinal você está um pouco cansado. Aí ele começa a te dizer várias coisas de novo e te beija novamente. Ao invés do "Meu Deus, estou no paraíso" que você achou que ia dizer toda vez que a boca dele tocasse a sua, o que você pensa lá no fundinho tentando esconder com um sorriso no rosto é "Realmente... O que eu estou fazendo aqui?". Você tenta achar uma resposta, buscando nele alguma coisa que te atraia. Ele é gatinho, sim. O sexo foi até muito melhor do que você esperava e ele está ali, todo pra você, pronto pra você, se quiser mais uma ele não vai negar. Você continua olhando pra ele e seus pés começam a mexer. Você fica inquieto e não sabe onde por as mãos, então deita sobre elas como se estivesse se abraçando e tenta conter os beijos com um pouco de simpatia, embora você pense que isso não vai funcionar muito bem.&lt;br /&gt;    A sua paciência está se esgotando e você tenta se forçar a querer estar ali e não deitado no sofá da sua casa vendo Os Simpsons e brincando com seu cachorro. Não tem mesmo nada de errado com ele. Você se pergunta se são as palavras ou o gosto da boca dele, mas o pior é que é tudo do jeito que você gosta. "Mas por que não estou gostando disso", você continua se endagando. Suas pernas quase sambam sozinhas e você tenta sair da cama mas ele não deixa... Mesmo assim você se levanta e diz que quer ir embora pra sua casa. Ele te olha e não entende nada e você também não sabe ao certo o que vai dizer que não o faça ficar magoado ou sair correndo achando que você é meio maluco. Ele insiste pra que você fique, mas você não tem vontade.&lt;br /&gt;    Você agora está no carro e pensando sobre tudo. Você realmente gostou dele. Ele parece um cara muito legal. Até os amigos dele são legais. Você reflete e começa a achar seriamente que você é mesmo louco. E é aí que você descobre o real motivo. Te faltou foi paciência. Desde aquele louquinho do Fábio você não tem tido tanta paciência com os outros. Você já tentou ficar com mais dois ou três caras e todos foram assim: depois de algumas horas você queria sair correndo. Não tinha nada de errado com eles e você queria sair correndo. E você tem sempre medo de tê-los magoado e deseja que isso não tenha acontecido. Você não suporta ver ninguém triste por você. A culpa é muito grande... É, o problema definitivamente não é com eles. Em outros tempos você estaria mais que apaixonado e, provavelmente, com um namoro engatado, mas hoje você mudou. Hoje você não quer exatamente isso. E a verdade é que você não sabe bem o que quer. Talvez você quer espaço. De repente você &lt;span style="font-style: italic;"&gt;merece&lt;/span&gt; espaço... não, não... você PRECISA de espaço. Depois de um ano desastroso, amorosamente falando, talvez seja hora de rever seus conceitos. E de repente essas pessoas estejam te ensinando alguma coisa. Você sempre aprende com seus relacionamentos, por mais curtos que sejam.&lt;br /&gt;    Ok, você tem vinte e quatro anos e está sozinho. Aí você pensa "Humm... Acho que é uma boa eu me apaixonar agora"... Pena que você não tem paciência pra isso. Fica sozinho por um tempo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-116914828577557763?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/116914828577557763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=116914828577557763&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/116914828577557763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/116914828577557763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2007/01/pacincia.html' title='paciência?'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-116914622317554977</id><published>2007-01-18T16:45:00.000-02:00</published><updated>2007-01-18T16:50:23.190-02:00</updated><title type='text'>Sun and Give and Age - mais uma piada sem graça</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje escrevi um texto um pouco deprimente em meu fotolog. Era algo dizendo um pouco sobre minhas neuroses de estar acima do peso e como isso tem interferido em minha vida e as minhas novas táticas de combater esse mal. É engraçado reparar as respostas que recebi. Não que as respostas em si sejam engraçadas. Muito pelo contrário. É engraçado porque é bom ver que as pessoas, em momentos de crise, se prontificam a ser legais contigo, te dando força para sair dessa e seguir em frente com um sorriso no rosto. Acho que isso é o que chamam de solidariedade, não? Gosto do modo com as pessoas se mostram interessadas com o que me aflige e a força que me dão não dizendo palavras bonitinhas, mas sim esfregando com suavidade a realidade na cara e dizendo "Isso mesmo, Phil, vá em frente!", ao invés de ficarem fingindo que está tudo bem e dizendo "É, se você quiser melhorar é bom, mas você tá ótimo assim". E acho que é isso que eu ando procurando ultimamente em minha vida: sinceridade. E digo mais... Pessoas com coragem para serem sinceras. Será que isso vem com a idade? Enfim, pessoas, continuem sendo assim. Porque eu só aprendo e consigo ver quando as coisas me são mostradas na cara.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-116914622317554977?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/116914622317554977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=116914622317554977&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/116914622317554977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/116914622317554977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2007/01/sun-and-give-and-age-mais-uma-piada.html' title='Sun and Give and Age - mais uma piada sem graça'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-116734118848077476</id><published>2006-12-28T19:14:00.000-02:00</published><updated>2006-12-28T19:27:01.883-02:00</updated><title type='text'>depois de 2006</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais um ano vira. E todo mundo naquela espectativa básica de muita paz, amor, dinheiro e saúde. Sempre esses quatro elementos. E mais uma vez as energias são renovadas dando-nos força para seguir em frente. Alguns seguem em frente em seus caminhos já formados e decididos, enquanto outros, como eu, procuram seu caminho em busca duma vida estável e mais completa.&lt;br /&gt;O que eu espero desse ano eu ainda não decidi. Talvez eu não espere nada e simplesmente BUSQUE tudo. Esperar dói um pouco. E nem sempre é bom. Porque quem espera nem sempre alcança. E em 2006 a coisa que mais fiz foi esperar. Esperei pelo emprego certo, pela pessoa certa, pelo momento certo, por um "eu" menos neurótico enquanto corri atrás de muito pouco, e a única grande realização que fiz foi acabar vindo parar em Floripa.&lt;br /&gt;Espera!&lt;br /&gt;Estou sendo um pouco injusto. Teve também o "Esse Momento", do qual me orgulho muito, e ainda o "Lá Fora", meus filmes mais lindos até hoje. Não posso dizer que não corri atrás, porque, por Alah, o que eu corri atrás pra realizar essas duas obras num tá escrito, viu?&lt;br /&gt;Enfim, estou pronto pra mais um ano, mais coisas por vir e muito mais a fazer, afinal quando vim pra cá zerei a minha vida. Tá na hora de começar a andar alguns quilômetros. E vambora!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-116734118848077476?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/116734118848077476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=116734118848077476&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/116734118848077476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/116734118848077476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/12/depois-de-2006.html' title='depois de 2006'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-116651697256050658</id><published>2006-12-19T06:17:00.000-02:00</published><updated>2006-12-19T06:29:32.580-02:00</updated><title type='text'>definições</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esses dias, num momento "Retrospectiva 2006", reavaliando tudo pelo que passei, estava meio que me lamentando pelo ano que acaba, pensando em tudo o que aconteceu e o que eu quis que acontecesse e cheguei a conclusão de que, no final, apesar das lamentações, foi um bom ano. Não foi como eu esperava que fosse, mas também, se fosse assim a vida seria muito sem graça. Já pensou? Ser tudo como você quer que seja? No final faz bem esses momentos inesperados e as surpresas pelo caminho.&lt;br /&gt;Mas acho que fui fraco. E burro. Deixei meu ano ser definido inteiramente pelo término de meu namoro e por um sentimento muito besta de vazio que tomou conta de mim. Tentei me envolver com pessoas erradas - as vezes a pessoa estava certa, mas o momento não bateu muito bem -- e tentei ser o que eu não era. Realizei, sim, muita coisa que me tinha vontade de fazer e descobri um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;eu&lt;/span&gt; muito divertido, desses que consegue, por exemplo, acompanhar uma tarde com a Peggy. Descobri os efeitos esquisitos que a bebida faz com a gente (sempre com classe, claro - a não ser pela prática de yoga no meio da Drinkeria certa vez) e como é interessante como eu fico quando bebo uma Tequila Sunrise ou uma Pink Margarita.&lt;br /&gt;Também descobri meus limites: físico, mental e emocional. Descobri que eu consigo me superar também. Realizei o sonho de subir numa prancha e surfar, trabalhei com cinema ganhando para isso, trabalhei com cinema sem ganhar mas com gente que vale muito mais que qualquer dinheiro. Peneirei minha vida, deixando apenas amigos que realmente são amigos. Perdi a paciência com coisas que não devia e deixei que essas coisas tomassem conta de mim por uns momentos.&lt;br /&gt;Fui fraco, sim, quando, por vezes, fingi não sentir o que sentia para proteger. Mas nunca deixei de ser o que sou. Nunca fingi ser quem não sou. Acho que isso conta pontos pra mim. A gente não pode se perder, não importa o que aconteça. Me anulei por um momento, elevando os outros, fazendo as coisas pelos outros e não por mim -- daí o fato de estar feliz com a mudança para Floripa: vim para arriscar, tentar uma vida nova e, acredito, fugir.&lt;br /&gt;Um novo ano chega. Dessa vez, quando estiver pra virar, não vou dizer "Esse é o meu ano!", ou muito menos planejar ser feliz. Porque essas coisas a gente não planeja. Essas coisas a gente FAZ acontecer. Não precisa ser o "meu ano" pra eu conseguir ser feliz e estar completo. Pode, sim, estar completo e pra isso eu já descobri o caminho: eu mesmo. Depois de meses lidando com sentimentos loucos, que iam desde um amor profundo a total indiferença (ainda que fingida, sem que eu mesmo soubesse), eu estou bem comigo mesmo.&lt;br /&gt;É esquisito falar esse tipo de coisa. Novamente, acho que esse post não tem pé nem cabeça --- pros outros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-116651697256050658?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/116651697256050658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=116651697256050658&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/116651697256050658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/116651697256050658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/12/definies.html' title='definições'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-116634936695646216</id><published>2006-12-17T07:51:00.000-02:00</published><updated>2006-12-17T07:56:06.956-02:00</updated><title type='text'>comer pelas bordas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pensa o seguinte:&lt;br /&gt;Você tem um sonho. É a coisa que você mais quer na sua vida. Sua profissão, por exemplo. Ela está disponível em algum lugar, mas não é tão fácil de chegar até ela. Mas você tem de sobreviver. Então, o que você faz? Procura uma segunda coisa na qual você é realmente bom. Só que não é isso que você quer pra sua vida. Não mesmo! Ainda mais depois de você ter experimentado disso várias vezes e quando deu por si, no meio do processo, você quase caiu fora. Mas aí você muda de cidade, e continua querendo aquele sonho, e ele está até perto de você, mas você tem ainda que sobreviver. Dessa vez não é bem sobreviver por sobreviver, mas sim para te privar da loucura, afinal todo mundo enlouquece depois de um tempo de ócio. E a saída que você acha é exatamente aquela segunda coisa na qual você é realmente bom, que todo mundo te disse isso. O que você faz? Você pega a coisa na qual você é realmente bom mas não quer pro resto da sua vida, ganhando bem pra cacete e se comprometendo a ponto de talvez isso prejudicar, em certo ponto, o seu sonho primeiro, ou deixa isso e lado e vai atrás MESMO desse sonho? Come pelas bordas ou vai direto ao ponto?&lt;br /&gt;That's a thinker.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-116634936695646216?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/116634936695646216/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=116634936695646216&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/116634936695646216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/116634936695646216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/12/comer-pelas-bordas.html' title='comer pelas bordas'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-116634894941035065</id><published>2006-12-17T07:35:00.000-02:00</published><updated>2006-12-17T07:49:09.423-02:00</updated><title type='text'>valor de X</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Às vezes eu fico pensando: eu odeio ser normal. Me incomoda o sentimento de ser "mais um", de não fazer a diferença, de não ter nada pelo qual seja lembrado. Então logo penso nesses meus amigos que fazem de tudo, e o tudo que fazem (seja muito ou pouco) sempre dá certo, sempre tem destaque. Inveja? Acho que sim, um pouco. "Inveja verde", eu diria, mas ainda assim inveja.&lt;br /&gt;Desde que eu me entendo por gente eu quis ser um número. Quis ser alguém por quem as pessoas passassem sem notar. A verdade é que cresci numa cidade minúscula onde qualquer passo meu era como que vigiado pelos olhos alheios e minhas palavras captadas pelos ouvidos em paredes e em todos os lugares. Sempre tive muita cautela com o que eu fazia para tentar não chamar a atenção desse povo sem vida. E sempre, não importa aonde fosse, me sentia sufocado, encubado, encarcerado e vivia com o sonho de fugir para uma cidade grande onde eu deixasse de ser rotulado como filho de "não sei quem" ou o que tem "sei lá quê" e ser apenas um número - meu CPF talvez, ou o número do meu cartão de crédito - e poder andar pela rua sem ser reconhecido, sem que me dessem a menor bola, poder ser &lt;span style="font-style: italic;"&gt;eu&lt;/span&gt;, sem julgamento. Esse era meu sonho e foi o que consegui.&lt;br /&gt;Com a faculdade eu consegui também a dádiva do anonimato, mas esqueceram de me avisar que conquistando o anonimato vinha um extra no pacote: o preço que se paga para ser um número é cair no esquecimento. As pessoas esquecem de números. E hoje é assim que eu me sinto, as vezes: como um número esquecido ou um número do qual alguém apagou um dígito e modificou o seu sentido --- por exemplo, se você apaga o zero de 1000, vc apaga a identidade dele de mil, e o mil passa a ser o cem. Qual o sentido do mil sem seu terceiro zero? E eu me sinto assim: um cem sem o terceiro zero - sem sentido. Falta algo. E tenho medo que das coisas que eu fiz nenhuma seja lembrada. Bom, talvez no qdia que eu morrer, aí sim serei lembrado, não como um CPF, mas como o fator X -- aquele número que está ali na equação, faz a diferença, mas que só significa alguma coisa se tiver alguém disposto a encontrar o seu valor.&lt;br /&gt;Será que eu ficarei gravado na História ou apenas na história daqueles que me cercam? Se Clark Kent sonhava em ser normal, trocava de vida com ele sem hesitar para poder fazer essa diferença. Mas ainda há uma chance. E não preciso ser &lt;span style="font-style: italic;"&gt;super&lt;/span&gt; pra isso. Basta pensar que uma hora alguém vai me resolver e descobrir o meu valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*este post não reflete o meu estado de espírito no momento. de vez em quando, talvez...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-116634894941035065?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/116634894941035065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=116634894941035065&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/116634894941035065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/116634894941035065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/12/valor-de-x.html' title='valor de X'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-116480673280926656</id><published>2006-11-29T11:25:00.000-02:00</published><updated>2006-11-29T11:25:32.830-02:00</updated><title type='text'>gone</title><content type='html'>fui&lt;br /&gt;fui sim.&lt;br /&gt;fui para não ficar mais nesse lugar&lt;br /&gt;fui pra não ficar onde eu não tinha mais que estar&lt;br /&gt;onde a missão já foi cumprida&lt;br /&gt;e tudo mais que tinha de ser foi&lt;br /&gt;já foi&lt;br /&gt;e eu fui&lt;br /&gt;agora só quero lembrar que eu já pisei aqui&lt;br /&gt;e só&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-116480673280926656?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/116480673280926656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=116480673280926656&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/116480673280926656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/116480673280926656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/11/gone.html' title='gone'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115958033688908267</id><published>2006-09-29T22:33:00.000-03:00</published><updated>2006-09-29T22:38:56.890-03:00</updated><title type='text'>speak out</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Sempre fui um cara muito organizado e que tinha tudo planejado, esperando tudo dar muito certo. Sempre fui assim. Fazia meus movimentos perfeitamente anotados e com todos os possíveis erros e suas soluções pensados e decorados para não tomar um passo fora do meu controle. Acho que na verdade eu sempre quis estar no controle. Fiz minhas duas faculdades, me formando nelas com notas muito boas e certa notoriedade perante a professores e colegas de turma, tentando mesmo mostrar que eu sou bom naquilo que faço, naquilo que eu adoro. Sempre muito bem planejado, apesar da mudança para o Rio me cair como uma surpresa, sem planos, endereço ou documento. E foi a mudança que me mudou. Eu deixei as rédeas soltar. Queria experimentar o novo. Queria experimentar o que era aquele gostinho de “deixa a vida me levar”, sabe, que todo mundo sempre fala. E fui deixando. Passinho a passinho, mas fui deixando e fui descobrindo caminhos que talvez, estando eu sobre total controle, não me permitisse tomar. Ser prudente era meu lembro. Lembro até a Thereza dizendo que eu era perfeccionista demais, otimista demais. “Espere sempre o pior das coisas”, dizia ela com o cigarro na boca e a Coca-cola na mão. E eis que, novamente, para minha surpresa vem o acaso. Essas coisas que acontecem sem a gente planejar e cá estou eu... seguindo um caminho que não é o que eu planejei, frustrado como eu não planejei, querendo correr como não planejei. Perdido, como não planejei. Pra onde eu corro? Posso gritar agora?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115958033688908267?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115958033688908267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115958033688908267&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115958033688908267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115958033688908267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/09/speak-out.html' title='speak out'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115957996356763558</id><published>2006-09-29T22:32:00.000-03:00</published><updated>2006-09-29T22:32:43.566-03:00</updated><title type='text'>o que te basta</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Quem já não teve vontade de voar, de abrir as asas e passear por aí, num vôo rasante sobre o mar ou lá no alto vendo o Rio, as praias, as pessoas pequenininhas, o tráfego engarrafado do Zuzu Angel ou na Niemeyer às nove da manhã? Ou correr na chuva pelo calçadão de Ipanema, todo molhado, sem pensar em nada, só ir correndo e vivendo? Ou de pular da Rio-Niterói ou do Pão de Açúcar sem se espatifar lá embaixo? Ou de sair rindo daqueles estressados no carro da outra pista quando a sua flui perfeitamente? Quem nunca pensou em encontrar um grande amor e sorrir e rir e beijar e transar e parar e viver... só viver, e ver que aquilo era tudo o que te faltava, e bastava.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115957996356763558?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115957996356763558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115957996356763558&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115957996356763558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115957996356763558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/09/o-que-te-basta.html' title='o que te basta'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115957994124686570</id><published>2006-09-29T22:22:00.000-03:00</published><updated>2006-09-29T22:32:21.263-03:00</updated><title type='text'>umas linhas sobre passado</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Você diz que não gosta quando eu falo de você. E eu sei disso. Por que você acha que eu falo? Eu acho que gosto de te irritar. Eu gosto de deixar você nervoso, de te apunhalar de longe e te fazer sentir o que eu senti, ou pelo menos um pedaço. É... Um pedaço já seria o suficiente pra te fazer chorar. Por que não chora por mim? Já chorou por mim alguma vez? Às vezes me pergunto... Mas duvido que tenha chorado. Você nunca chora! Nem em filme, nem com nada. Só quando me disse que me amava. E agora? Faço o que com isso? Você me disse que me amava numa tarde pentelha de uma terça-feira tediosa e acho que eu nunca mais saí daquela terça-feira. Queria outras terças-feiras assim... Pra mim seriam todos os dias terça-feira. Porque se todos os dias fossem terça-feira, todos os dias eu ainda teria você e todos os dias eu escutaria você dizendo “eu te amo”, “eu te amo”, “eu te amo”. Pobre mim. Eu te amo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;*esse texto não reflete meu estado emocional atual. é apenas mais uma das minhas masturbações mentais...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115957994124686570?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115957994124686570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115957994124686570&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115957994124686570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115957994124686570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/09/umas-linhas-sobre-passado_29.html' title='umas linhas sobre passado'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115693581937960975</id><published>2006-08-30T07:06:00.000-03:00</published><updated>2006-08-30T08:03:40.573-03:00</updated><title type='text'>inferno astral?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Anos sem atualizar esse blog. Uau. Que vontade eu estava de escrever. Ainda não sei bem sobre o que, mas sei que vou pensar em alguma coisa rapidinho. Talvez devesse falar do meu aniversário, sobre como me sinto aos 24 anos recém-completados (ou seria recém-completos?) e tudo mais... mas seria isso original? Não sei... Acho que vou falar de meu inferno astral. Por que será que comigo o meu inferno astral nunca é na época do meu aniversário e, sim, na época do meu signo complementar (Peixes), ou seja, lá pelo mês de Março e Abril... Sempre me fodo em Março ou Abril... E agora tudo parece estar se encaixando nos eixos direitinho: trabalho, família, amigos, coisas do coração... É verdade que tive uns solavancos no começo do mês, não posso mentir... E é também verdade que estou sobre tratamento de antidepressivos e terapia, mas me sinto bem. Me sinto muito bem por sinal. Talvez não tão feliz por ouvir coisas do tipo "você tem um amigo, um irmão aqui", porque, sabe?, eu tenho um irmão. Aliás, um não, dois! Mas feliz por estar conhecendo uma pessoa legal, por estar bem com todos os meus amigos, por ter terminado a faculdade e já estar trabalhando na área... Ah, eu não to feliz por achar que engordei. Eu acho que engordei. Que saco! Acho que essa eterna neurose é a única que nunca mais vai embora. Ok, eu não tenho feito muita coisa pra não deixar que isso ocorra, mas fico mal, poxa... Não é bom ser/estar gordinho ---- esse "ser-barra-estar gordinho" é mais uma desculpa pra eu não assumir minha massa corpórea... rs...&lt;br /&gt;Já falei que a Lu foi viajar? Acho que não. Ela que tava planejando minha festa. Agora eu num vou ter festa. Vou ter um get together... Como chama "get together" em português? Nunca lembro... Enfim, é hoje.&lt;br /&gt;Bom, vou trabalhar. Cinco criancinhas pulando na minha doce e linda cabeça... Ai ai! Belo modo de começar meu primeiro dia aos 24 anos... Lá vou eu! Mais um ano começa pra mim. E eu só tenho a ganhar. Porque você sabe... 24 é um número de sorte. Porque  2 + 4 é igual a 6 e 6.... eu nao faço idéia do que isso significa!!!!!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115693581937960975?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115693581937960975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115693581937960975&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115693581937960975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115693581937960975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/08/inferno-astral.html' title='inferno astral?'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115465251875556868</id><published>2006-08-03T21:43:00.000-03:00</published><updated>2006-08-03T21:48:38.756-03:00</updated><title type='text'>i don't wanna grow up</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;crescer dói. porque a gente passa a se preocupar com muita coisa que antes não tinha o menor sentido. pra onde ir sábado a noite, qual a roupa vestir pra parecer mais atraente, quantas calorias comer para manter a silhueta, se devemos ou não ligar para aquela pessoa com quem ficamos ontem e disse "me liga", qual o melhor trabalho, como economizar dinheiro, hora de fazer a barba, hora de falar, hora de calar-se, hora de desligar a internet, terapia, aids, camisinha, contas, celular, contas, internet, amigos novos, pessoas que magoamos, pais desequilibrados, namorados, namoradas, carros, combustível, poluição, arrumar a casa, fazer comida, lembrar de comprar comida, fazer dvds, comprar dvds, baixar filmes, ler e-mails, ser educado, falar de política, falar de sexo, fazer sexo, excessos, faltas e toda uma lista... aaah! crescer dói.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115465251875556868?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115465251875556868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115465251875556868&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115465251875556868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115465251875556868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/08/i-dont-wanna-grow-up.html' title='i don&apos;t wanna grow up'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115465217453730303</id><published>2006-08-03T21:39:00.000-03:00</published><updated>2006-08-03T21:42:54.553-03:00</updated><title type='text'>os lugares aonde vamos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;chega o final de semana e eu fico assim, meio desesperado com o que fazer. porque eu nunca quero ir nos lugares aonde as pessoas vão, mas ao mesmo tempo quero. tenho curiosidade sobre a casa rosa, o teatro odisséia, descobrir o que tem de tão uau na lapa, etc. mas eu não tenho vontade. quero mas não sai o impulso. e aí eu fico desesperado sobre outras coisas. fico pensando sobre quando e como eu vou me mudar pra barra. se e quando eu vou conseguir um emprego de verdade, na área e que me pague muito bem. quando eu vou começar a escrever o discurso da formatura. quando e se eu vou conseguir fazer jiu jitsu. etc.&lt;br /&gt;falta ação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115465217453730303?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115465217453730303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115465217453730303&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115465217453730303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115465217453730303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/08/os-lugares-aonde-vamos.html' title='os lugares aonde vamos'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115451658954422763</id><published>2006-08-02T07:53:00.000-03:00</published><updated>2006-08-02T08:03:09.556-03:00</updated><title type='text'>o rio de janeiro continua sendo...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje mais cedo acabei entrando no blog de um dos meus amigos para dar uma olhada em como estava sua vida e me deparei com um post mais ou menos do tamanho de uma Bíblia que contava a história de uma sexta ou sábado à noite e suas peripécias por Ipanema lidando com amigos bêbados, gringos músicos, técnicas anti-estupro e sorvetes congelados. Aí eu me toquei... Essas pessoas que têm esse tipo de vida são pessoas felizes. Tá certo que é deprimente você voltar pra casa e vomitar ou receber telefonemas de ex's, mas ainda assim são pessoas felizes. Digo isso porque enquanto eles têm pessoas loucas que fazem coisas bizarras na cabeça deles, eu passo o meu tempo tentando me divertir com uma Coca-Cola ou pensando em como seria bom estar com alguém, ao invés de gastar meu tempo com coisas fúteis e amigos legais, tipo a Peggy, Lux e o próprio Vitório, do tal blog que citei. Pelo menos eles me fazem rir e ser feliz por alguns momentos...&lt;br /&gt;Acho que um dos problemas do Rio de Janeiro é que ele te faz sentir solitário. Constatei isso quando li o comment de Peggy no blog do Vitório. Realmente. Acho que estar numa cidade onde o trânsito de pessoas e energias é tão grande tem esse efeito sobre as pessoas. É muito difícil encontrar casais felizes e em relacionamentos duradouros quando se tem uma oferta muito grande pessoas e tipos e gostos e caras. "A putinha do mundo", alguém uma vez definiu o Rio assim... Porque está aberto a todos, a toda hora, basta entrar... e tem que pagar, porque aqui quase tudo tem que pagar. Não estou desmerecendo o Rio, mesmo porque depois de um tempo eu aprendi a gostar de morar aqui, afinal é onde eu moro, se eu não gostar o que mais me sobra, né?&lt;br /&gt;A verdade é que eu acho que precisamos todos de algum apoio. Seja de namorado ou amigo. Porque senão nos perdemos nesse caos esquisito que se torna o dia a dia. E seja com quem for é importante se divertir. Se jogar na Casa Rosa ou na Drinkeria ou na Fosfobox ou na rua, sentado num boteco vendo os amigos enchendo a cara enquanto você toma um refrigerante pra não comprometer o funcionamento do seu antidepressivo. E rir. O importante é rir. Sempre. Por isso que o Ary Toledo tá aí, vivo até hoje... apesar de ser uma piada sem graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;odeio meus posts sem pé nem cabeça.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115451658954422763?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115451658954422763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115451658954422763&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115451658954422763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115451658954422763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/08/o-rio-de-janeiro-continua-sendo.html' title='o rio de janeiro continua sendo...'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115429636749503098</id><published>2006-07-30T18:48:00.000-03:00</published><updated>2006-07-31T21:40:43.910-03:00</updated><title type='text'>erros empolgados</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando dizem que aprendemos com os erros, não necessariamente estão dizendo a verdade. Quer dizer, é até verdade, mas quando se tem a cabeça dura a gente insiste em repetí-los. Por impulso, por amor, por medo, por nada. Os repetimos pra ver se aprendemos mesmo. Tem gente até que, depois de uns bons tombos, aprende, segue em frente pra novos erros e novas lições. Mas acho que aqueles que continuam comentendo os mesmos erros é porque ainda não conseguiram enxergar a lição. E embora eu tenha enxergado, não sei porque fui lá e errei de novo. Acho que alguns erros têm de ser cometidos várias vezes. A lição que tiro disso? Que empolgação nem sempre é algo bom. Mas, ok, a gente passa por cima e segue a vida. Vou errar muito ainda. E me empolgar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115429636749503098?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115429636749503098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115429636749503098&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115429636749503098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115429636749503098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/07/erros-empolgados.html' title='erros empolgados'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115429597671014230</id><published>2006-07-30T18:41:00.000-03:00</published><updated>2006-07-30T18:48:43.590-03:00</updated><title type='text'>os velhos papéis</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Crescer tem muitas desvantagens. Você começa a ter que trabalhar, a ter mais responsabilidades, lidar com relacionamentos que começam, com relacionamentos que acabam, com seguro do carro, auto-escola, contas e mais contas, e até decisões que você realmente não queria fazer. Este último é bem o meu caso. Esse final de semana tive que tomar uma decisão difícil pra mim: escolher lados. Por mais simples que possa parecer, quando o assunto é família a coisa não é tão simples aqui. Envolvido numa situação de bastante pressão (pela situação em si, não pelos tais lados), tive que assinar um papel que me bota, de certa forma, contra minha mãe. O fiz pensando num resultado que, até então, me parecia ser o que menos mal causaria a todos. Acho só que não pensei no mal que causaria a mim. Porque não consigo lidar com isso e está me enlouquecendo. Acho injusto um filho ter de escolher entre pai e mãe numa batalha judicial que lhe foi praticamente imposta, e da qual nenhuma saída seria "gostosinha". Porque ninguém quer prejudicar os pais. Muito menos eu! E tudo tem seus dois lados. Não acho que minha mãe esteja errada em sua posição, mas não acho também que meu pai esteja errado em buscar o que busca -- ainda que concorde que ele devesse ter tentando outra forma.&lt;br /&gt;Se eu escolho um dos lados, faço papel de vilão, do cara que quer ferrar o outro lado pelo simples prazer de fazê-lo. Se fico do outro lado, faço papel de mal caráter, por estar compactuando com algo moralmente errado. Seja qual for o papel, o incômodo é grande. Como o que eu sinto agora. Porque eu queria só fazer o papel de filho e ficar na minha. Que merda. É complicado. E eu fico doido. Acho que não devia nem postar isso aqui. Vai atrair fantasmas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115429597671014230?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115429597671014230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115429597671014230&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115429597671014230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115429597671014230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/07/os-velhos-papis.html' title='os velhos papéis'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115374348686187676</id><published>2006-07-24T09:12:00.000-03:00</published><updated>2006-07-24T09:18:06.863-03:00</updated><title type='text'>a peggy</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;o dia que a conheci eu pensei "essa é doida. tem cara de doida". preconceito... no final eu fui descobrir que ela era doida mesmo. mas é uma doida estranha. porque apesar de sermos completamente diferentes em quase todos os sentidos que se podem imaginar, a gente tem muito em comum. talvez o fato de termos morado na mesma montanha, em tempos diferentes, e sermos donos de um saber inigualável -- ela sabe mais, porque, afinal, ela esteve na montanha mais recentemente, então as informações já tinham sofrido um upgrade -- faz com que sejamos tão amigos. eu amo essa mulher. amo demais. amo a ponto de quase morrer de saudade. porque eu adoro reclamar da vida pra ela, enquanto ela reclama da vida do outro lado e sempre chegamos a soluções maravilhosas para nossos problemas. sim, pois temos problemas. geralmente relacionados ao coração. e a gente sempre encontra soluções doidas. quando encontramos soluções. porque geralmente eu sou otimista demais, e ela fica me dizendo "mr. glass, você precisa parar com isso. espere sempre o pior". mas eu não consigo... até achei que não íamos nos matar morando juntos. ainda bem que o pessimismo dela nos salvou desse desastre. eu não queria morrer com uma garrafa na goela e um gato comendo minha cara... eu amo essa mulher. sim, ela é doida. mas saudável -- apesar do cigarro e da coca excessivos... e queria ter metade da inteligência dela. acho que preciso ler e me tornar um ricardo (nosso amigo viciado em eisenstein... o próximo cineasta fodão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;peggy, amo você. seja você peggy day ou peggy díaz. e venha o homem que vier, tu vai ser sempre minha peggy, viu? saudade... já.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115374348686187676?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115374348686187676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115374348686187676&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115374348686187676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115374348686187676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/07/peggy.html' title='a peggy'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115374316521055549</id><published>2006-07-24T09:06:00.000-03:00</published><updated>2006-07-24T09:12:45.210-03:00</updated><title type='text'>cliques e tiques</title><content type='html'>(preciso parar com essa mania de nomear meus posts... odeio dar títulos. só por causa disso vou escrever tudo em minúsculas... grrr! sou rebelde!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ele apareceu ali na janelinha e disse oi pra mim. um oi como desses que ele sempre diz quando acaba entrando na net. sua fotinho mudou. adoro a foto nova. aliás, adoro todas as suas fotos, porque, confesso, ele é lindo. sei lá. lindo de um jeito diferente. acho que é porque eu sempre gostei de meninos largados, tipo o raimundo da drinkeria odiada. aliás, ele me lembra muito o rai. mas é mais bonito, penso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a gente ficou conversando aquelas coisas triviais de sempre e acabamos entrando em assuntos mais profundos. nunca vi o tempo passar tão rápido. aliás, nem vi o tempo passar... quando dei por mim já era onze da noite e estávamos ali desde as duas e meia da tarde. domingos fazem isso. aí ele disse que quer ficar comigo. só que ele tá lá e eu tô aqui. só que ele disse que vem. será que vem mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ele guardou meus desenhos. disse que guarda o que acha fofo e meigo. eu passei a tarde tentando desenhá-lo, e só quando desliguei que consegui. não ficou sem por cento, mas dá pro gasto, eu diria. sei lá. ele é meio inatingível. não espero grandes coisas. mesmo porque já tenho uma grande coisa: sua amizade. o que vier depois disso é lucro. se vier...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;já estou virando repetitivo. já escrevi sobre isso antes.&lt;br /&gt;preciso ir trabalhar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115374316521055549?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115374316521055549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115374316521055549&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115374316521055549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115374316521055549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/07/cliques-e-tiques.html' title='cliques e tiques'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115374274099441104</id><published>2006-07-24T09:04:00.000-03:00</published><updated>2006-07-24T09:06:38.946-03:00</updated><title type='text'>coisa estranha</title><content type='html'>Todo amor já vem usado. Certamente alguém já sentiu aquilo um dia. Então não procuro um amor original. Procuro o bom e velho amor piegas e batido, porque esse é o que faz meu coração acelerar e eu perder o rumo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115374274099441104?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115374274099441104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115374274099441104&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115374274099441104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115374274099441104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/07/coisa-estranha.html' title='coisa estranha'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115362530853728759</id><published>2006-07-23T00:23:00.000-03:00</published><updated>2006-07-23T00:30:36.830-03:00</updated><title type='text'>tuuuuu.... tuuuuu... alô? (celular)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu sei que eu sempre cobro de você seriedade, sobriedade. Eu sei que sempre cobro de você que tenha mais pé no chão. E eu sei que você me entende e se esforça. Eu sei. E eu sei que é por mim. E é por você também. Porque a gente divide a alma, como você disse. Sei lá... Eu me sinto meio que um paizão, mais que amigo. Como se você fosse responsabilidade minha. É por isso que eu te cobro. Eu te cobro, mas agradeço de ter você. Tá, eu sou um chato e piegas... Foi com você que eu parei de acreditar em anjos, e passei a acreditar em musas, em inspiração. Se te desabrochei, você me fez crescer. Porque foi por você que eu passei dos meus limites. Que expandi. Que cresci. Que brilhei. E acho lindo o modo como eu brilho nos teus olhos. E acho lindo como você diz que me ama. E eu te amo, guria. Além de qualquer julgamento de ações sem consequências, eu te amo. Porque a gente é inconsequente, mas a gente aguenta depois. Eu também não sou perfeito. Acho que é por isso que damos certo. Somos dois erros ambulantes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115362530853728759?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115362530853728759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115362530853728759&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115362530853728759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115362530853728759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/07/tuuuuu-tuuuuu-al-celular.html' title='tuuuuu.... tuuuuu... alô? (celular)'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115362495933580760</id><published>2006-07-23T00:16:00.000-03:00</published><updated>2006-07-23T00:29:44.480-03:00</updated><title type='text'>os dois</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eles se beijaram e se despediram pela décima vez enquanto as pessoas esperavam impacientes no carro. Se olhavam estranhos, não querendo realmente se separar. Jonas principalmente. Ele não queria ir. Bruno o beijou novamente, segurando o rosto de Jonas. - Por que você vai me ligar?, perguntou.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; - Porque eu quero você; disse Jonas.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eles se separaram e Jonas foi até o carro parando na porta. Olhou para trás. Bruno abriu seus braços e disse "Tchau". Eles se abraçaram novamente. Bruno segurou o rosto de Jonas mais uma vez e disse: - Já sou eu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; Jonas ficou feliz. Ele acreditou. Ainda que soubesse que tudo poderia ser apenas o efeito do álcool. Bruno falou que ia ligar. Ele ligou uma hora depois.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115362495933580760?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115362495933580760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115362495933580760&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115362495933580760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115362495933580760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/07/os-dois.html' title='os dois'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115362456306021675</id><published>2006-07-23T00:05:00.000-03:00</published><updated>2006-07-23T00:16:03.073-03:00</updated><title type='text'>festas que acontecem durante o dia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gosto muito dessas festas que acontecem na luz do dia. Primeiro que você consegue ver tudo e todos com mais clareza, mais cor, mais vida. Segundo que eu fico mais bonito -- não entendo, mas eu sou muito mais bonito de dia. E o melhor ainda é quando é a céu aberto. Sem cheiro de cigarro, o dia lindo, o céu lindo lá em cima, e quando vai anoitecendo só estrela... O foda é que somos obrigados a nos deparar com umas coisas que ninguém merece! Como na festa que fui hoje. Era a festa do Refus lá em Niterói. Foi foda! Mas não dava pra não achar ridículo os paga-paus sem camisa. Claro... Festa GLS sempre tem os paga-paus sem camisa. E o pior não era isso. Pior eram os paga-pau que lá pelas tantas tiraram as bermudas e ficaram de sunga... Que coisa mais horrenda!!! Que coisa mais ridícula. Nem que eu estivesse trêbado ou drogado eu ia fazer alguma coisa desse tipo. Haja senso de ridículo, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda bem que a festa teve lá suas recompensas. E poder rever o Refus foi ótemo! E conhecer o irmão dele e os amigos foi do cacete. E encontrar minha querida Chriatura foi peeeerfeito!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom sábado, cara. Bom sábado!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115362456306021675?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115362456306021675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115362456306021675&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115362456306021675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115362456306021675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/07/festas-que-acontecem-durante-o-dia.html' title='festas que acontecem durante o dia'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115362388288654296</id><published>2006-07-22T23:52:00.000-03:00</published><updated>2006-07-23T00:30:06.046-03:00</updated><title type='text'>estudos científicos com o álcool</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu sempre fui muito de não gostar de álcool em geral. O sabor não me agrada, e certamente o efeito que causa em mim também não é muito interessante (geralmente, muito sono e irritação). Porém, no último mês, andei fazendo alguns experimentos... Experimentei bloody maries, hi-fis, Long Island iced-tea, pink margaritas, mojitos, margaritas, doses de tequila, chopp, malz-beer, vinho tinto, vinho branco... Todos têm o mesmo efeito, embora alguns outros que venham junto sejam diferenciados. Enquanto o vinho me derruba de cara, tequila me deixa animadaço, seguido de uma leve tonteira. Mojito, por exemplo, me deixa menos inibido e não vem com tonteira ou nada a mais. Os outros quase não têm efeitos além de um mal humor quase incontido e vontade louca de ir pra casa... Então prefiro não beber...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é engraçado notar os efeitos em mim. Porque eu sempre condenei isso nas pessoas e acabei experimentando em mim e notando em MIM o que acontece e é muito doido. Eu totalmente compreendo os que bebem. Tipo ontem... Bebi um pink margarita feito pelo Raimundo lá na Drinkeria Odiada e... uau! A porra subiu dum jeito que... uia! Eu fiquei mais leve. Juro. Sentia meu braço leve como uma pluma e meu corpo flutuar... Esquisito. Só rindo mesmo.... E outro dia eu estava com o Fabio e bebi uma taça de frisante. Credo! Fiquei tonto total, falando merda, com a lingua presa. Esquisito, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim... Ainda bem que esse post num é monografia, pq eu to sem conclusão pra botar......&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115362388288654296?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115362388288654296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115362388288654296&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115362388288654296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115362388288654296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/07/estudos-cientficos-com-o-lcool.html' title='estudos científicos com o álcool'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115346511980816976</id><published>2006-07-21T03:54:00.000-03:00</published><updated>2006-07-21T03:58:39.810-03:00</updated><title type='text'>tchau pro zeca</title><content type='html'>Ele vai pra Argentina. E eu vou sentir saudade.&lt;br /&gt;Porque eu quase nunca disse... mas eu amo você, Zeca!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você é um amigo extremamente importante pra minha vida. E ajudou isso tudo a ser muito mais suportável, mesmo que de vez em quando você tivesse insuportáveis momentos. Claro, ninguém é perfeito. Sei que já quis me bater ou me matar de tão pentelho que eu sempre fui. Mas sempre te amei. E você mora dentro do meu coração, meu querido. E pode ir pra longe, pra onde for, daqui você não sai. A amizade aqui é verdadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu sei que você volta. E eu vou estar lá no aeroporto com uma plaquinha, com a Peggy ao meu lado, te esperando com uma bela feijoada ou strogonoff de ricota...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Adios, muchacho. Te extrañaré muchíssimo bajito!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115346511980816976?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115346511980816976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115346511980816976&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115346511980816976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115346511980816976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/07/tchau-pro-zeca.html' title='tchau pro zeca'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115346478850729937</id><published>2006-07-21T03:41:00.000-03:00</published><updated>2006-07-21T03:53:08.520-03:00</updated><title type='text'>o que sempre esteve lá</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Achei que o caminho estivesse livre e tentei avançar um pouco. Encontrei algumas pedras, alguns espinhos, mas continuei seguindo. Eu sou teimoso. Olhava para trás buscando a segurança que eu tinha nos teus olhos, no teu toque, mas já não mais te ouvia. Você me berrava que seguisse em frente, que não me prendesse, e eu dizia que já não me prendia, ainda que tivesse meus pés sempre um passo atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tentava te deixar, mas se largava um pé, logo te prendia a mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei até fechar os olhos pra fingir que não te via, que não te sentia. E até acreditei. Acreditei até sentir você de novo. E suas mãos não mais me seguravam, mas sim a de um outro. E o outro segurava-se em você, com unhas e dentes, num amor louco, desses de cinema. E você não via mais minha mão, nem eu dependurado por um fio de cabelo, tentando mergulhar e esquecer, mas ainda atado a você num forte nó. E sempre que eu achava que eu ia, o nó apertava e eu voltava pro que eu já conhecia, para aquela segurança de ter meus pés no chão. Eu tinha isso com você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até tentei falar com seu novo amor, e ver você com seu novo amor, mas quando abri meus olhos eu vi a tristeza que eu me encontrava, tão feio, esquecido, tão frio. E as vozes diziam "Não insista" e eu continuava te buscando, levando pedras no peito, e a dor de te ver feliz com a mão do outro na tua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tentei outros sabores, até mesmo de outros estados. Por um momento me enganei e pensei que era o que queria. Novos sabores! E fui a lugares altos, e lugares distantes acreditando na possibilidade de uma nova chama. Mas daí veio o silêncio, a chama se apagou e eu abri os olhos e me vi ali. Doeu, sim. E a nossa refeição a três foi deixada de lado. Porque eu fraquejei. É, às vezes eu sou fraco mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí fechei mais uma vez os olhos... pelo menos pra fingir que não gosto mais de você.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115346478850729937?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115346478850729937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115346478850729937&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115346478850729937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115346478850729937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/07/o-que-sempre-esteve-l.html' title='o que sempre esteve lá'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115327411942297647</id><published>2006-07-18T22:53:00.000-03:00</published><updated>2006-07-18T22:55:19.423-03:00</updated><title type='text'>origem</title><content type='html'>Estava eu aqui pensando comigo mesmo... Sábio o homem que criou a palavra "Morro", em português...&lt;br /&gt;Ele olhou aquele monte de terra com árvore, aquela subida toda, pensou bem, coçou a barba e disse "Se eu subir aí eu &lt;span style="font-style: italic;"&gt;morro&lt;/span&gt;". Deve ter sido isso....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei a essa conclusão depois de minha viagem a Pedra do Sino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;piada infame. eu sei. essa foi pra Peggy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fanTATIco&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115327411942297647?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115327411942297647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115327411942297647&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115327411942297647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115327411942297647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/07/origem.html' title='origem'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115327397073157759</id><published>2006-07-18T22:47:00.000-03:00</published><updated>2006-07-18T22:52:50.743-03:00</updated><title type='text'>com uma tecla só</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem criou o computador fez dele imagem e semelhança da vida. É, acho que dá pra fazer uma analogia utilizando essa afirmação... É como se as pessoas da vida fossem caracteres que a gente pode mudar de lugar o tempo todo. Mas assim como num editor de texto, a gente pode também excluir esses caractéres. Para isso basta apertar uma única tecla... DELETE. E aí você apaga aquele bit, aquele caracter que já não serve mais para o seu texto. E é simples assim para alguns. Claro, tem caractér que como num vírus não sai do computador tão fácil e fica ali te enchendo a paciência. Bons são aqueles que no DELETE desaparecem silenciosamente, sem deixar vestígios. Esses nos poupam trabalho...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115327397073157759?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115327397073157759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115327397073157759&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115327397073157759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115327397073157759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/07/com-uma-tecla-s.html' title='com uma tecla só'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115254043998199997</id><published>2006-07-10T11:05:00.000-03:00</published><updated>2006-07-10T11:07:19.983-03:00</updated><title type='text'>parole, parole, parole...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De vez em quando, por mais brega que ele possa parecer (e eu sei que muita gente vai discordar dessa minha afirmação), Cazuza sabe tocar no fundo da alma das pessoas com suas palavras. Menino danado. Brega, mas danado. Queria saber lidar as palavras como ele pra poder ser menos piegas e saber dizer mais com o menos. Um dia, quem sabe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115254043998199997?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115254043998199997/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115254043998199997&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115254043998199997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115254043998199997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/07/parole-parole-parole.html' title='parole, parole, parole...'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115228524927642382</id><published>2006-07-07T11:59:00.000-03:00</published><updated>2006-07-21T03:32:02.916-03:00</updated><title type='text'>finais e medos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O final do curso chegou. A monografia foi entregue e as notas estão sendo postas na net para quem quiser saber o seu histórico. Eu passei. E finalizei esse curso de dois anos e meio na Gama Filho. E me sinto um vitorioso. Aos vinte e três anos, duas faculdades na cabeça, e pronto pra encarar o mercado de trabalho que, lentamente, vem abrindo suas portas com oportunidades imperdíveis. O Zeca disse que agora eu não posso mais ficar parado. Não vou ficar parado. Agora é minha hora. Vou agarrar essa oportunidade que me apareceu com unhas e dentes e mostrar que eu não sou mais um rostinho bonito que gosta de filme... eu gosto e SEI fazer filmes e trazer um bom resultado final. Eu sou assim, perfeccionista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que acabou também o meu inferno astral. De repente tudo começa a dar certo. E isso dá medo. Ainda mais quando está indo tudo bem demais. É aquela história da esmola do santo, saca? Mas quer saber? Tô nem aí. Porque eu não vou ficar me preocupando com o depois. Deixa o depois pra depois, como eu disse pro Fabio ontem. Não estou com pressa de nada. Como diria o velho ditado, a pressa é minha inimiga (hihihi... piadinha infame -- só pra descontrair).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Final de semana está aí e viagens estão aparecendo. Sim. Na verdade, uma viagem. Mas eu gosto de fazer igual a Peggy e aumentar um pouco as coisas --- acho que pessoas que vieram da montanha, como nós, e temos conhecimento geral do mundo como um todo, ganhamos com o nosso dom a maldição do aumento... Vamos eu, Pédrinha, Peggy (parece, se o Rodrigo deixar...), Luana e Fabio. Tô feliz de viajar com Fabio. Temos nos dado tão bem. Sei lá... Eu não sei mais bem o que escrever. Tem horas que parece que eu começo a perder o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;phil &lt;/span&gt;da meada e aí &lt;span style="font-style: italic;"&gt;phoda&lt;/span&gt;... Mas tudo bem, respira, respira....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou ver se dou uma dormida agora. Ando muito sonolento esses dias. Com o sono todo desregulado. Vamos ver se com essa viagem eu consigo dormir direito, sem precisar acordar as 8 horas pra ir pro Downtown ou pra qualquer lugar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que vou ver desenho. É, desenhos relaxam.&lt;br /&gt;Post inútil.&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115228524927642382?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115228524927642382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115228524927642382&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115228524927642382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115228524927642382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/07/finais-e-medos.html' title='finais e medos'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115183967578928762</id><published>2006-07-02T08:16:00.000-03:00</published><updated>2006-07-02T13:22:40.993-03:00</updated><title type='text'>de novo e de novo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A História se repete. E isso não é segredo para ninguém. É como se houvesse um padrão já pré-estabelecido para as coisas acontecerem e geralmente, a cada período de tempo, tudo volta a acontecer de modo muito similiar, às vezes um pouco pior, às vezes um pouco melhor. Mas as repetições continuam...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A derrota de França sobre Brasil, por exemplo. Novidade? Não. Repetição de 1998. E nesse caso para pior, pois fomos derrotados antes mesmo de chegarmos a final. Outro exemplo de repetição... O povo falando sobre o jogo. É incrível a capacidade das pessoas de se prenderem num único assunto e ficar repetindo isso a vida toda. Ontem, Sábado, era todo mundo falando mal do Parreira, do Ronaldo, do time, porque foi uma merda, porque foi isso, porque foi aquilo. Àguas passadas? Talvez. Mas o orgulho ferido dos brasileiros os impede de seguir em frente e ficamos presos ao passado. Sempre ficamos presos ao passado. E aí começa, logo de manhã, pela 7:30 da manhã, a galera reclamando do Parreira, do Ronaldo, do time, porque foi uma merda, porque foi isso, porque foi aquilo. E o mais impressionante é que todo mundo é muito melhor técnico do que o Parreira. Sim, porque é super fácil comandar um time. Todo mundo sabe fazer isso. E aí os ataques ao pobre homem com nome de pé de uva...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repetem-se na História também comportamentos de pessoas. As antigas neuroses voltam. Padrões comportamentais também. Porque falar sobre homens em público volta a ser tabu. Querer morrer depois de estar com muito sono, geralmente causado por pequenos goles em bebidas álcoolicas alheias, também volta a passar pela cabeça de outros. Ficar remoendo o passado, imaginando outras possibilidades, também acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A História se repete. E a verdade é que o ser humano gosta de repetições, porque é só assim que sabe lidar com as coisas. Temos medo do desconhecido, aí é mais fácil a gente controlar o que a gente já conhece: as neuroses, as crises, as derrotas, as reclamações. E por mais que se repitam, nunca parecem nos entediar. Bem, talvez as neuroses e crises... E as reclamações. Derrotas a gente supera no próximo jogo do Flamengo ou com alguns copos a mais de chopp.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115183967578928762?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115183967578928762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115183967578928762&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115183967578928762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115183967578928762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/07/de-novo-e-de-novo.html' title='de novo e de novo'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115145240161937025</id><published>2006-06-27T20:45:00.000-03:00</published><updated>2006-06-27T20:53:21.620-03:00</updated><title type='text'>difícil como sempre foi</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele me perguntou se eu gostava dele. Eu falei que sim. Falei que sim porque eu gostava de verdade. Talvez não gostasse tanto quanto ele achava que eu gostasse ou achasse que eu deveria gostar, mas gostava. Gostava sim. Mas só gostava. Não era mais que isso e não podia ser mais que isso. É porque é sempre difícil pra mim. É sempre difícil começar de novo. Porque o coração ainda dói tentando pegar do chão os pequenos pedacinhos nos quais se transformou depois da última grande queda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele me olhava nos olhos e me esperava. Sim, ele esperava alguma coisa e isso eu lia com clareza nos olhos azuis. Esperava que eu dissesse que não era por isso que eu dizia as coisas que eu dizia. Seu complexo que faz isso. Ele sempre acha que não é pelo que eu falo. Ele acha que é por causa do outro lance. Mas não era. E não é. Só é um pouco complicado. Complexo? Sim. Porque nada é claro e simples quando se trata em gostar de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele disse que eu não devia me apressar. Concordo. Acho que não devo mesmo. Às vezes boto os carros na frente dos bois-- quase sempre na verdade. Aí eu respirei fundo e falei olhando naquele azul que me dá vontade de surfar que eu ia com calma. Porque não tem como apressar isso. "Não se pode apressar o amor", como diria Phill Collins. Mesmo porque amor não é evento, acontecimento; amor é construção. E nenhuma construção fica pronta de uma hora pra outra, dum dia pro outro. É tudo questão de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que é por causa da outra coisa? Eu fico com medo que sim. Mas sei, no fundinho, que não é &lt;span style="font-style: italic;"&gt;só isso&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele me perguntou se eu gostava dele. Eu falei que sim. Porque eu acho que sim. Mas até onde...? Aí eu já não sei.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115145240161937025?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115145240161937025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115145240161937025&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115145240161937025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115145240161937025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/06/difcil-como-sempre-foi.html' title='difícil como sempre foi'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115145111616135563</id><published>2006-06-27T20:11:00.000-03:00</published><updated>2006-06-27T20:31:56.173-03:00</updated><title type='text'>máquina do tempo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por séculos e séculos o homem tenta controlar o tempo a seu favor. Prendemos o tempo num relógio e o obrigamos a mudar a cada sessenta segundos ou sessenta minutos. Ficamos presos em convenções. E aí, não bastando o tempo enjaulado num pedaço de metal, ainda &lt;span style="font-style: italic;"&gt;nos&lt;/span&gt; enquadramos com tempos já definidos: a hora de almoçar, de sair, de voltar, de malhar, de nascer e até a hora de morrer. O tempo da música, tempo de um filme, de um amor, de uma viagem. Enganamos a velhice com cirurgias plásticas (a fonte da juventude do terceiro milênio) e trapaceamos a realidade com os cortes no cinema. Apressamos o nascimento com fórceps e adiantamos a morte com armas, remédios, lâminas ou máquinas que podem ser desligadas. Mas ainda assim o tempo não pára. Tem gente que tenta voltar no tempo. Mas só conseguem por fotos e memórias -- nossas maquinhas particulares e únicas do tempo (que mesmo assim não são confiáveis, pois memórias se modificam com o passar dos anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eis que um dia alguém criou a máquina do tempo. Uma máquina tão impressionante que pode, de fato, parar o mundo. A máquina que pode parar o trânsito, parar as pessoas, parar tudo --até a morte, se bobear ela pára. E essa máquina é a Copa do Mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impressionante que tudo, absolutamente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;tudo&lt;/span&gt;, pára para ver aquele bando de pessoas pequenininhas correndo atrás da pelota na busca de um gol que, feito lá, se torna um grito aqui. GOOOL! E só depois dos 90 e poucos minutos corridos, tudo volta a funcionar. O trânsito volta a congestionar, bancos voltam a trabalhar, pessoas continuam suas aulas. Enfim, a vida continua. Num rítimo mais lento, mas continua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tivessem inventado a Copa do Mundo antes, será que Colombo teria descoberto a América? Teria Einstein teorizado sobre a relatividade? E a verdade é que muita gente deixou de nascer por causa disso. Afinal, quem é que vai saber de trepar quando a bola está rolando? Só um maluco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É. Acho que é hora de dormir. Porque o meu relógio começou a afetar o cérebro. Tudo bem... Resultado de 90 minutos em que o Brasil parou. Até São Paulo. Nem uma bomba faz isso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115145111616135563?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115145111616135563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115145111616135563&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115145111616135563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115145111616135563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/06/mquina-do-tempo.html' title='máquina do tempo'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30263830.post-115131841155507343</id><published>2006-06-26T06:41:00.000-03:00</published><updated>2006-07-02T08:16:02.420-03:00</updated><title type='text'>a perfect lie</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt; Todo mundo finge. Em algum ponto da vida, mais ou menos, mas finge. Finge um sorriso, finge gostar de alguém, finge um orgasmo. Finge que a roupa é de grife, que o DVD é original, que o cabelo é loiro. Finge que é heterossexual, finge que é normal. E fingimos (sim, eu me incluo nisso) porque fingir virou também sinal de boa educação. "Muito prazer te rever", dizemos mesmo quando queremos dizer: "Que saco que você apareceu!". "Seu filho é tão lindinho", quando pensamos "Que cara de joelho!". "Seu filme ficou tão legal, Malu", quando na verdade não é bem essa a realidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div face="georgia" style="text-align: justify;"&gt;    Fingimos para nos encaixarmos, para não parecermos mais do que realmente somos: outcasts. Porque ser &lt;span style="font-style: italic;"&gt;mais um&lt;/span&gt; está na moda. E aí a gente finge ser quem somos, quando na verdade nem mesmos nós sabemos. Fingimos ser autênticos. Logo nós, que achamos que nos conhecer tanto!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="font-family:georgia;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt; Pobres de nós. Na verdade, como diria a Hananza, a gente se encaixa num quadrado imposto por uma sociedade também quadrada. Mas eu... Eu tento. Eu tento fingir, nem que seja pra mim mesmo, que nada disso existe. Porque fingindo que não existem quadrados e formas e moldes e fórmulas, eu posso tentar ser mais original. Eu posso tentar ser &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-family:georgia;" &gt;mais eu&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:georgia;" &gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30263830-115131841155507343?l=outrashoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://outrashoras.blogspot.com/feeds/115131841155507343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30263830&amp;postID=115131841155507343&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115131841155507343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30263830/posts/default/115131841155507343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://outrashoras.blogspot.com/2006/06/perfect-lie.html' title='a perfect lie'/><author><name>Phil Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16550719434375043243</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_I6mGrUppNrE/SiAl6NYlfmI/AAAAAAAAAA0/m2dBRilCxeA/S220/OAAAAHbFgqeKtd_YAiWofCWmOgomsmizHyPimIfSa46nsZUY7DOIp1I-DUEb2wIIZ4TUoU8m7ukzr4-OsQNVpPaMnmwAm1T1UD5nNOOmmIOZSRgZx3iT2E2iAoLM.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
