Hoje mais cedo acabei entrando no blog de um dos meus amigos para dar uma olhada em como estava sua vida e me deparei com um post mais ou menos do tamanho de uma Bíblia que contava a história de uma sexta ou sábado à noite e suas peripécias por Ipanema lidando com amigos bêbados, gringos músicos, técnicas anti-estupro e sorvetes congelados. Aí eu me toquei... Essas pessoas que têm esse tipo de vida são pessoas felizes. Tá certo que é deprimente você voltar pra casa e vomitar ou receber telefonemas de ex's, mas ainda assim são pessoas felizes. Digo isso porque enquanto eles têm pessoas loucas que fazem coisas bizarras na cabeça deles, eu passo o meu tempo tentando me divertir com uma Coca-Cola ou pensando em como seria bom estar com alguém, ao invés de gastar meu tempo com coisas fúteis e amigos legais, tipo a Peggy, Lux e o próprio Vitório, do tal blog que citei. Pelo menos eles me fazem rir e ser feliz por alguns momentos...
Acho que um dos problemas do Rio de Janeiro é que ele te faz sentir solitário. Constatei isso quando li o comment de Peggy no blog do Vitório. Realmente. Acho que estar numa cidade onde o trânsito de pessoas e energias é tão grande tem esse efeito sobre as pessoas. É muito difícil encontrar casais felizes e em relacionamentos duradouros quando se tem uma oferta muito grande pessoas e tipos e gostos e caras. "A putinha do mundo", alguém uma vez definiu o Rio assim... Porque está aberto a todos, a toda hora, basta entrar... e tem que pagar, porque aqui quase tudo tem que pagar. Não estou desmerecendo o Rio, mesmo porque depois de um tempo eu aprendi a gostar de morar aqui, afinal é onde eu moro, se eu não gostar o que mais me sobra, né?
A verdade é que eu acho que precisamos todos de algum apoio. Seja de namorado ou amigo. Porque senão nos perdemos nesse caos esquisito que se torna o dia a dia. E seja com quem for é importante se divertir. Se jogar na Casa Rosa ou na Drinkeria ou na Fosfobox ou na rua, sentado num boteco vendo os amigos enchendo a cara enquanto você toma um refrigerante pra não comprometer o funcionamento do seu antidepressivo. E rir. O importante é rir. Sempre. Por isso que o Ary Toledo tá aí, vivo até hoje... apesar de ser uma piada sem graça.
odeio meus posts sem pé nem cabeça.
Acho que um dos problemas do Rio de Janeiro é que ele te faz sentir solitário. Constatei isso quando li o comment de Peggy no blog do Vitório. Realmente. Acho que estar numa cidade onde o trânsito de pessoas e energias é tão grande tem esse efeito sobre as pessoas. É muito difícil encontrar casais felizes e em relacionamentos duradouros quando se tem uma oferta muito grande pessoas e tipos e gostos e caras. "A putinha do mundo", alguém uma vez definiu o Rio assim... Porque está aberto a todos, a toda hora, basta entrar... e tem que pagar, porque aqui quase tudo tem que pagar. Não estou desmerecendo o Rio, mesmo porque depois de um tempo eu aprendi a gostar de morar aqui, afinal é onde eu moro, se eu não gostar o que mais me sobra, né?
A verdade é que eu acho que precisamos todos de algum apoio. Seja de namorado ou amigo. Porque senão nos perdemos nesse caos esquisito que se torna o dia a dia. E seja com quem for é importante se divertir. Se jogar na Casa Rosa ou na Drinkeria ou na Fosfobox ou na rua, sentado num boteco vendo os amigos enchendo a cara enquanto você toma um refrigerante pra não comprometer o funcionamento do seu antidepressivo. E rir. O importante é rir. Sempre. Por isso que o Ary Toledo tá aí, vivo até hoje... apesar de ser uma piada sem graça.
odeio meus posts sem pé nem cabeça.
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